Yoo, pessoas! Tudo bem com vocês? Hoje trago não apenas uma crítica, mas também uma sugestão para aquele momento tranquilo em sua vida, como um sábado à tarde. Podem me agradecer depois.
Ficha Técnica
Título original: Gake no ue no Ponyo
Título no Brasil: Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar
Direção: Hayao Miyazaki
Roteiro: Hayao Miyazaki
Produtora: Estúdio Ghibli
Ano de lançamento: 2008
Tempo: 101 minutos
Enredo e nossa opinião
O filme conta a história de uma peixinha que, tentando conhecer o mundo, escapa dos olhos de seu pai e viaja pelo oceano, até se prender em um pote jogado no mar pelos humanos e quase perece, devido à falta de ar. Até que Susuke, um menino de cinco anos que, um dia, indo brincar no mar, encontra-a e a salva. Porém, ao quebrar o pote, corta seu dedo e recebe ajuda da peixinha-dourada, que lambe o ferimento e o cura. Assim, Susuke decide chamá-la de Ponyo e promete cuidar dela.


Acreditando que Ponyo fora sequestrada pelos humanos, seu pai vai a superfície para resgatá-la. Porém, neste momento, Ponyo e Susuke já sentiam amor um pelo outro, amor que apenas crianças conseguem sentir.
Assim, com um enredo despretensioso, carregado de magia e aventura, a partir do olhar de duas crianças, vemos como é simples salvar o mundo, velejar, alimentar um bebê, ou mesmo como um chá pode se tornar rapidamente a melhor coisa do seu dia. E após assistir este filme, começo a achar que as crianças têm razão!

Em relação a trilha sonora, acredito que, por ser uma obra infantil, não foi dada tamanha importância, cujo foco se deu no enredo e no desenho, que, mesmo feito de modo simples, conseguiu captar expressividade e simplicidade por parte dos personagens.
Posso apenas dizer que Hayao Miyazaki (O Castelo Animado e A Viagem de Chihiro) acertou novamente, trazendo uma obra original (com um toque de “A Pequena Sereia”), simples, para que seja assistida em qualquer contexto (feliz, sozinho, com a família).
Mais uma vez o Studio Ghibli nos presenteou com um deleite. E pensar que, se Hayao Miyazaki decidisse se aposentar mesmo em “As Viagens de Chihiro”, não teríamos sido presenteados com este filme. Só posso dizer: que sorte a nossa!
Espero que tenham gostado desta crítica. Até a próxima, pessoas!