Último dia em NY, hora de fazer mais uma grande visita, o museu Metropolitan, como eu sou um nerd rato de museu e biblioteca, estava ansioso. Ponto primário, tá certo que eu só fui a museus no Brasil, mas este museu é _O MUSEU_. Deixa eu repetir mais uma vez, este museu é _O MUSEU_. Para começar, ele é enorme, eu cheguei lá de manha, saí na hora de fechar e vi muitas sessões com certa pressa. O museu é todo dividido em sessões, temos Egito, Grécia, Roma, Japão, China, Coréia, Índia, África, América, Europa e arte moderna, mas cada uma destas sessões é imensa por si só e muitas vezes subdivididas. Europa, por exemplo, tem divisões por país e por séculos, aliás, todas as sessões são organizadas de forma cronológica e cada sessão tem uma ou mais salas completamente ambientadas, de jardins chineses, quartos inteiros de antigos castelos medievais, réplicas de tumbas e até mesmo um portão verdadeiro de um castelo medieval. O lugar é tão grande que você se perde e tem muita coisa interessante, eles têm uma sessão só de instrumentos musicais, uma só de armaduras, blá blá, eu poderia falar por horas e não conseguiria falar tudo. Cara, quem puder ir, vá.
Eu realmente poderia falar de muitas coisas, mas, sei lá, eu realmente iria gastar o tempo de vocês para algo que vocês podem conferir em sites especializados e tal, sem contar que o post ficaria enorme e eu quero deixar eles menores para serem lidos mais fácil.
Agora, falemos um pouco de vida noturna:
Após o concerto da Filarmônica, na sexta, encontrei meu amigo de Nova York, Seth, que ia me levar para a vida noturna. Claro, ele não é tão de balada, então esperava algo não tão chique. Pegamos um táxi e fomos para um bar, neste ponto, cabe um adendo, os bares legais daqui, até onde eu entendi, funcionam assim: tem um ambiente maior com o bar e um outro ambiente com pista de dança e um bar menor, você não paga para entrar e paga a bebida na hora que pede, assim não tem conta e você entra e sai do bar quando quiser. É muito simples e interessante neste ponto porque você vai trocando de bar se você não gostar, porque e fácil sair e entrar. Acabei indo a dois bares, pois estávamos procurando amigos, foi legal para ver as diferenças e as semelhanças entre eles. Agora, considerando a parte de dançar, a galera fica lá curtindo a musica, mas pessoal não dança mesmo, em especial os homens... os homens não dançam, ponto, eles ficam lá, na deles, meio que guardando as mulheres. Eu acho as americanas feias em geral, mas Nova York têm todo tipo de gente, então é interessante de se ver. Depois, o Seth foi me levar para um lugar onde tem lugares mais chiques de sair, só para ver, notável a diferença, algumas limousines e muita gente bem vestida, gente jovem. Acabei comendo num lugar às 3 da manha, e tem muito lugar legal aberto 24 horas, inclusive mercados, o que é muito bom.
No dia seguinte eu também saí, para conhecer mais da vida noturna de NY, mas um tipo diferente de bar, fui conhecer os bares de hotéis e as festas de cobertura do Times Square/dentro de NY. Aqui a coisa é sinistra, rola MUITA grana, as coisas são muito caras e se você não está com bala na agulha você fica só olhando. Nos 3 lugares que eu passei, funcionava meio que da mesma forma de todos os bares, você só paga os drinks dentro, mas é tudo MUITO caro. Claro, os lugares são lindos, realmente magníficos, vistas maravilhosas e muita gente bonita e arrumada, infelizmente eu não tinha bala na agulha e fiquei olhando mais que qualquer coisa nos três lugares. Aliás, incrível como tem mercenárias mesmo por aqui.
Acabei a noite em um quarto lugar, igualmente interessante, que é algo comum por aqui, uma espécie de bar especifico para um tipo de gente, aqui, etnias e até mesmo empresas têm bares meio que cativos de sua galera. Acabei num bar recheado de indianos, pois estava com um colega, amigo do Seth, meu amigo, que é indiano. Muito animada a galera indiana, sabe? Eles dançam, e eu acabei me divertindo muito no final da noite, mas, indianos, assim como judeus (nada contra) têm feito muito dinheiro nos EUA, logo, a festa estava entre os primeiros bares (normal da galera jovem) e os do Times Square (um nível mediano), mas, graças a Deus, eu estudo Direito, tenho amigos estudantes de Direito e o meu colega indiano está fazendo entrevista para trabalhar com banking num dos maiores escritórios de NY. Ele me bancou a noite inteira, deve ter gastos uns 100 USD comigo. O legal é que de repente eu até vou conseguir trabalho com ele mais tarde, ele tem muita gente interessada em patentes, minha área. Uhu! Juntar o útil ao agradável.
O ponto altíssimo da noite foi não pegar um táxi e pegar um bangalô puxado a bicicleta, isso é bem comum em NY, tem em vários lugares no centro. A gente subiu no bangalô e saiu varado, mas foi engraçado porque eles são todos loucos, a gente ficava zoando com as pessoas na rua, chamando as meninas, apostando corrida com outros bangalôs com gente jovem, gritando no meio das ruas de NY em plena madrugada com um bando de gente tão animada como a gente. Muito bom, e o melhor, de todos os bangalôs que a gente atravessou, certamente o nosso era o mais louco... e por quê? O cara que conduzia era brasileiro! Hahahah, só podia. Mas sério, saindo de noite, peguem um bangalô. É um pouco mais caro que táxi mas vale a pena pela diversão.
Para terminar este relato, cabe uma sentença inequívoca, vale a pena visitar NY e até viver em NY. É uma cidade grande, mesmo, ela realmente faz jus ao seu nome de Capital do Mundo, aqui tem todo tipo de coisa, todo tipo de gente e eu acho muito chato ter tão pouco tempo para ter explorado, mas eu sinto que voltarei, cedo ou tarde para cá. A partir deste post, só Japão, provavelmente em menores e um pouquinho menos freqüente.
Fui. o/
Eu realmente poderia falar de muitas coisas, mas, sei lá, eu realmente iria gastar o tempo de vocês para algo que vocês podem conferir em sites especializados e tal, sem contar que o post ficaria enorme e eu quero deixar eles menores para serem lidos mais fácil.
Agora, falemos um pouco de vida noturna:
Após o concerto da Filarmônica, na sexta, encontrei meu amigo de Nova York, Seth, que ia me levar para a vida noturna. Claro, ele não é tão de balada, então esperava algo não tão chique. Pegamos um táxi e fomos para um bar, neste ponto, cabe um adendo, os bares legais daqui, até onde eu entendi, funcionam assim: tem um ambiente maior com o bar e um outro ambiente com pista de dança e um bar menor, você não paga para entrar e paga a bebida na hora que pede, assim não tem conta e você entra e sai do bar quando quiser. É muito simples e interessante neste ponto porque você vai trocando de bar se você não gostar, porque e fácil sair e entrar. Acabei indo a dois bares, pois estávamos procurando amigos, foi legal para ver as diferenças e as semelhanças entre eles. Agora, considerando a parte de dançar, a galera fica lá curtindo a musica, mas pessoal não dança mesmo, em especial os homens... os homens não dançam, ponto, eles ficam lá, na deles, meio que guardando as mulheres. Eu acho as americanas feias em geral, mas Nova York têm todo tipo de gente, então é interessante de se ver. Depois, o Seth foi me levar para um lugar onde tem lugares mais chiques de sair, só para ver, notável a diferença, algumas limousines e muita gente bem vestida, gente jovem. Acabei comendo num lugar às 3 da manha, e tem muito lugar legal aberto 24 horas, inclusive mercados, o que é muito bom.
No dia seguinte eu também saí, para conhecer mais da vida noturna de NY, mas um tipo diferente de bar, fui conhecer os bares de hotéis e as festas de cobertura do Times Square/dentro de NY. Aqui a coisa é sinistra, rola MUITA grana, as coisas são muito caras e se você não está com bala na agulha você fica só olhando. Nos 3 lugares que eu passei, funcionava meio que da mesma forma de todos os bares, você só paga os drinks dentro, mas é tudo MUITO caro. Claro, os lugares são lindos, realmente magníficos, vistas maravilhosas e muita gente bonita e arrumada, infelizmente eu não tinha bala na agulha e fiquei olhando mais que qualquer coisa nos três lugares. Aliás, incrível como tem mercenárias mesmo por aqui.
Acabei a noite em um quarto lugar, igualmente interessante, que é algo comum por aqui, uma espécie de bar especifico para um tipo de gente, aqui, etnias e até mesmo empresas têm bares meio que cativos de sua galera. Acabei num bar recheado de indianos, pois estava com um colega, amigo do Seth, meu amigo, que é indiano. Muito animada a galera indiana, sabe? Eles dançam, e eu acabei me divertindo muito no final da noite, mas, indianos, assim como judeus (nada contra) têm feito muito dinheiro nos EUA, logo, a festa estava entre os primeiros bares (normal da galera jovem) e os do Times Square (um nível mediano), mas, graças a Deus, eu estudo Direito, tenho amigos estudantes de Direito e o meu colega indiano está fazendo entrevista para trabalhar com banking num dos maiores escritórios de NY. Ele me bancou a noite inteira, deve ter gastos uns 100 USD comigo. O legal é que de repente eu até vou conseguir trabalho com ele mais tarde, ele tem muita gente interessada em patentes, minha área. Uhu! Juntar o útil ao agradável.
O ponto altíssimo da noite foi não pegar um táxi e pegar um bangalô puxado a bicicleta, isso é bem comum em NY, tem em vários lugares no centro. A gente subiu no bangalô e saiu varado, mas foi engraçado porque eles são todos loucos, a gente ficava zoando com as pessoas na rua, chamando as meninas, apostando corrida com outros bangalôs com gente jovem, gritando no meio das ruas de NY em plena madrugada com um bando de gente tão animada como a gente. Muito bom, e o melhor, de todos os bangalôs que a gente atravessou, certamente o nosso era o mais louco... e por quê? O cara que conduzia era brasileiro! Hahahah, só podia. Mas sério, saindo de noite, peguem um bangalô. É um pouco mais caro que táxi mas vale a pena pela diversão.
Para terminar este relato, cabe uma sentença inequívoca, vale a pena visitar NY e até viver em NY. É uma cidade grande, mesmo, ela realmente faz jus ao seu nome de Capital do Mundo, aqui tem todo tipo de coisa, todo tipo de gente e eu acho muito chato ter tão pouco tempo para ter explorado, mas eu sinto que voltarei, cedo ou tarde para cá. A partir deste post, só Japão, provavelmente em menores e um pouquinho menos freqüente.
Fui. o/
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