A verdade por trás dos mangás: Gantz

Confere aí!

19/07/2013 Última edição em 06/11/2016 às 17:07:06

Ficha Técnica do mangá Gantz:

 

Arte: Hiroya Oku

Autor: Hiroya Oku

Gênero: Ação, Aventura, Adulto, Ecchi, Horror, Sci-fi, Tragédia.

Sinopse: Kurono Kei é um jovem individualista, inseguro e pervertido. Sempre odiou a tudo e a todos. Um dia encontra no metrô um antigo conhecido seu, que não via desde quando era uma criança Katou Masaru. De início tenta evitá-lo, mas vê um mendigo bêbado caindo nos trilhos. Eles tentam salvá-lo, só que acabam morrendo atropelados. Eles se espantam ao ver que foram levados até uma sala, juntos com outras pessoas.

No meio dela está uma esfera negra, Gantz. Ela toca uma música e passa uma missão para matar Aliens. Mostra o arsenal de armas e o uniforme de cada um presente na sala. A missão deles é sobreviver ao jogo e matar os aliens indicados dentro do tempo e campo estipulado.

 

Para deduzir como e por que este mangá (que se tornou um animé em 2004, com 26 episódios) foi selecionado como um mangá subliminar, sugiro que você veja a abertura e o encerramento do animé (que, por curiosa sorte, segue-se abaixo):

Abertura:

 

Encerramento:

Enfim, deve ter notado muito ecchi, seios grandes e... O que mais importa? Bem, quanto ao encerramento, foi meio triste... Mas é este o motivo de este ser um mangá subliminar (a abertura de TODOS os animes respondem e explicam, resumidamente, o “foco” do mangá). Reparem que a abertura, o encerramento e a sinopse já te faz pensar o que como esse mangá/anime se relaciona.

 

Pode-se notar um decréscimo em relação a abertura e ao encerramento, um feliz e outro nem tanto. Mas, para aqueles que leram o mangá, eu os pergunto: “Vocês, em algum momento, refletiram sobre a morte e o que ocorre depois dela?”.

 

Esse mangá pretende causar esse impacto, por trás de seios e perversões. Tal ato ocorreu entre linhas... “Será que existe um real fim?” “Deve ser falso, com certeza.” “Mas e o fim, como é que fica?”. Todas essas formas de incertezas foram realmente influenciadas por uma mente focalizada. Daí eu os passo uma pergunta: “Será que esse mangá foi realmente escrito e desenhado por quem dizem que foi? Mas e se for, será que TODOS os mangás foram escritos por quem dizem que foram?”.

 

O foco desse artigo é diferente do que eu realmente faço, mas fiquem tranquilos, pois o ideal sublimar do Gantz será escrito, separadamente. A ideia desse artigo é tratar de outra perspectiva. 

 

Para quem analisa as histórias dos clássicos, devem ter reparado que, em muitos casos, ocorreu um plágio e uma grande falta de criatividade por parte dos “gênios”. Citarei como exemplo o caso do Walt Disney. Ele foi uma pessoa importantíssima para os Estados Unidos, especialmente na Segunda Guerra Mundial. Ele recebeu muitos “nãos” na vida, por ‘não ter criatividade’. Anos mais tarde, ele cria um personagem, que é roubado. Mas, antes de desanimar, ele cria o mais famoso dos personagens, o “Mickey Mouse”.  Apesar de sempre receber várias respostas negativas, ele nunca desanimou, mas de onde veio essa inspiração para a criação do Mickey?

 

Se analisarem minuciosamente e com cuidado cada detalhe das criações, sempre haverá uma falha, um espaço onde se pergunta: “Como ele chegou nessa conclusão?”. O mesmo, meus caros leitores, ocorre no mundo oriental, dos mangás. Muitos mangás, quase todos, possuem plágio e erros de criação. Poucos são os mangakas inovadores e criativos. Pensem em todos os mangás que vocês já leram, sempre há, em cada um, uma referência a vida social. Para tal deve-se observar algo real, mas cada mangaka possuiria sua estética própria. Então, por que todos os mangás possuem a mesma estética? Por que mangás terminados em “mon” sofrem mais que o normal, e são constantemente criticados pela falta de imaginação e plágio? De quem? Quem é o original? Será que o mais antigo? Pois a resposta é não.

 

Felizmente, para que vocês compreendam, isoladamente, qual é o mangá verdadeiro e qual mangaka é criativo, existe um método (que funciona em muitos casos), e que será explicado abaixo: 

 

1º: Deve-se escolher três mangás, de mesmo gênero e de autores diferentes.

 

2º: Ler o primeiro volume de cada um dos três e analisar, mesmo que não tenham nada em comum, os personagens.

 

3º: Depois, analise o cenário e o foco principal de cada um. Assim, você entenderá para que aquele mangá foi criado.

 

4º: Esse é o mais complexo e é neste que ocorre mais erros. Procure na internet a biografia de cada um dos autores, com foco no ano em que eles produziram tal mangá. Em muitos casos, o mangaka desabafa em um mangá. Depois, tente comparar a vida de cada um deles, amigos, familiares, posição geográfica, produtora, etc.

 

5º: Enfim, você analisou tudo que precisava sobre cada mangá/mangaka para resolver esse passo. Agora, você deve responder três perguntas, que te ajudarão a encontrar um plágio.

5.1: Qual a revista semanal que publica cada mangá? E qual deles foi publicado primeiro?

5.2: Dentre todos selecionados, qual possui um fim mais previsível? E qual deles possui, em seus personagens, roupas mais semelhantes?

5.3: Qual é a classificação indicativa de cada mangá?

 

6º: Após as respostas, conseguiu reparar alguma falha? Se não, siga esse passo. (Mangás shounnens raramente conseguem ser evidenciados nesse teste) Procure em alguns sites, críticas dos antigos mangás de cada um dos autores. Se algum mangá receber alguma classificação ruim, repita os passos acima, analisando os dois mangás de um mesmo mangaka. O mesmo erro de um passa em outro, se você encontrá-lo, o mangá foi plagiado...

 

7º: Se acaso não conseguir encontrar, envie mensagens nesse artigo que eu ajudarei o mais rápido possível.

 

E lembrem-se: “Nada e ninguém é o que parece ser.” 

[Edição Bônus- Especial Semestral]




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