Essa é uma banda nova, daquelas que ninguem precisa conhecer e que podem acabar a qualquer momento, mas depois que vi a notícia de que Yukino estaria abandonando o the studs, eu tinha que postar algo bom );

Conheci eles meio por acaso, tava vagando pela Internet e achei uma foto deles. Achei o pessoal feio pra cacete e resolvi pegar alguma coisa para ouvir, estava esperando uma perola à PaRaDEiS. Por coincidência, eles estavam lançando o single “Cahier” e foi nele mesmo que eu começei. Logo de cara vem uma introdução bonitinha bem no estilo Mana de compor, que é sequenciada por “Iris”, uma faixa animada com uma entrada de guitarra também engraçadinha (hmm) e um estranho trabalho vocal. Isso foi aí que eles conseguiram minha atenção e percebi o potencial criativo deles; até hoje não lembro de nada parecido numa banda de visual kei, pois apesar de toda a música ter uma certa influencia do pop rock bonitinho que o VK costuava fazer, a forma como trabalham o vocal é bem singular. Só precisava dessa música para me ganhar, mas “meshita ni ori sosogu tōmei na ao”, a terceira música, tem uma introdução tão bonita, um andamento tão nostalgico, tudo tão limpo e sincero, que foi amor a primeira vista. Tão boa quanto aterior e com seu próprio charme. Até músicas mais genéricas, como “igujisutoreisu”, tem seus bons momentos. Ao terminar o single fui ouvir outras coisas deles. Os outros singles também possuem seus bons momentos, mas não chega nem perto de ser tão bom quanto “Cahier”.

Eles podem dar certo, recentemente assinaram com a CROW MUSIC, uma gravadora de respeito na cena independente — mas costumam trabalhar com bandas menos sofisticadas — e já agendaram um single chamado “NEIGE FLEUR”, para setembro, o primeiro na nova casa.

[2009.04.08] Cahier

  1. ouvert -introduction-
  2. ris
  3. meshita ni ori sosogu tōmei na ao
  4. gujisutoreisu

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Publicação original de 17/08/2009. 1 imagem desta publicação não sobreviveu à migração de 2013.

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