Bom dia a todos os ouvintes da Rádio Blast,

Sou o †oru, guitarrista e um dos fundadores da banda PSYGAI.

Gostaria de aproveitar a oportunidade dada à banda pelo portal Powermon, para, desde já, iniciar o blog com alguns comentários e respostas às críticas sobre o programa YA!DOG realizado na MTV no dia 1 de junho de 2007.

Desde o início, eu e a maioria dos amigos, achamos que a oportunidade oferecida pela produção do YA!DOG a mim, a PSYGAI e ao movimento visual kei, foi única e, assim, procuramos ajustar tudo da melhor maneira possível.

Infelizmente, o número de críticas nada construtivas superou as nossas expectativas. Grande parte do público jrock / visual kei explicitou seus ressentimentos de maneira única e exclusivamente infantil.

Antes de dar continuidade, gostaria de deixar claras as intenções do programa:
A produção me procurou para falar de visual kei, sendo eu um representante do meio há muitos anos. Fiz esforço em ajudá-los, para deixar o conteúdo do programa de maneira que agradasse o nosso público amigo, mas também que mostrasse um pouco do que é o visual kei para o público-alvo do programa YA!DOG. Por isso, achei relevante passar trechos de épocas variadas da história expoente do jrock – um pouco de X-Japan, Malice Mizer e Dir en grey.

Evitei ficar entrando nos fóruns sobre o assunto, para não ter que responder a essas pseudocríticas sem nexos coesos, que buscavam apenas me magoar desnecessariamente. Felizmente, tenho fãs e amigos que lutaram por mim e por aqueles que apenas queriam ver o visual kei em horário nobre da TV.
– Nossa luta pela divulgação do meio continua!

Três críticas gerais chegaram a minha pessoa: sobre o conteúdo do programa, sobre as pronúncias e sobre o visual utilizado por mim.

Sobre este último, gostaria de deixar claro que eu não estava lá para fazer um cosplay, nem representar o movimento visual kei em geral, até porque fazer isto com uma única vestimenta é impossível, dada a grande variedade de estilos – desde o kotekote até o oshare, eroguro ou angura-kei. Por isso, optei por usar uma roupa desenhada por mim, para representar o novo estilo conceitual, dentre os que ainda serão apresentados para o novo álbum da PSYGAI; além disso, preocupei-me com o exagero e a extravagância, para que o público inespecífico do jrock não ficasse tão chocado, e pudesse degustar de uma nova perspectiva-modelo aqui no Brasil, sem preconceitos.

Sobre o conteúdo e as pronúncias mencionadas no programa – por mim ou pela VJ Luisa Micheletti – não me pareceram conter nenhum erro. Eu e a maioria dos membros da PSYGAI conhecemos visual kei desde que nos entendemos por estudantes de língua japonesa – 1999 – e até o presente momento não chegou a mim nenhuma crítica séria sobre algum possível erro. Mas sou humano e, se errei, devo-lhes meus perdões.

A respeito do conteúdo, procurei não entrar em detalhes insustentáveis como datas ou definições, sabendo que a repercussão disso seria altamente pejorativa.

Em suma, vim aqui estrear este blog apenas com um breve desabafo, e espero não ser entendido de maneira agressiva. Talvez tivesse sido melhor optar pelo silêncio, mas achei justo responder oficialmente às críticas, em nome de muitos fãs e amigos inconformados com a deturpação inconseqüente do meio.

Fiquem ligados no blog e na Rádio Blast para mais notícias sobre a banda PSYGAI!

Abraços fraternos,

†oru
http://www.psygai.net
http://www.vnaine.com
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