A Sony acabou de encarecer a última alternativa “mais barata” para quem queria entrar na nova geração. Os modelos recondicionados do PlayStation 5 vendidos pelo PS Direct sofreram um aumento de US$ 100 em todas as versões, reduzindo ainda mais a diferença em relação aos consoles novos.

Com o reajuste, a economia que antes justificava a compra de um modelo recondicionado praticamente desaparece, deixando o consumidor com poucas opções acessíveis dentro dos canais oficiais da marca.

Agora, o PS5 com leitor de disco recondicionado passa a custar US$ 549,99, enquanto a versão digital sobe para US$ 499,99. Ambos continuam sendo vendidos como produtos certificados pela Sony, com 12 meses de garantia, apesar de possíveis marcas estéticas.

O aumento pesa ainda mais quando colocado em contexto. No início do mês, os modelos novos também já haviam subido de preço: o PS5 com leitor saltou para US$ 649,99, e a edição digital chegou a US$ 599,99. Até então, os recondicionados funcionavam como uma alternativa viável para quem queria economizar.

Nesse cenário, sobra praticamente apenas uma opção abaixo dos US$ 400: o modelo recondicionado de lançamento, conhecido como “fat”, que segue custando US$ 399,99. Ainda assim, ele passa a ser a única alternativa mais acessível dentro da loja oficial, fora promoções ou do mercado de usados.

A Sony atribui os aumentos a fatores externos, como inflação e tarifas globais. Na prática, porém, o resultado é claro: o PS5 atinge seu patamar mais caro desde o lançamento, justamente em um momento em que o consumidor já enfrenta preços elevados em toda a indústria.

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