Foi uma semana de mexer em tudo ao mesmo tempo. Entrou jogo novo na home, voltou gente ao microfone, a página da rádio virou outra coisa e uma coluna que nasceu em 2010 ressuscitou. Vamos por partes.
Musubi, o jogo que agora mora na home
O Musubi é um quebra-cabeça de traçado. Tabuleiro de 6 por 6, alguns números espalhados pelas casas, e uma linha só que precisa ligar esses números na ordem passando por todas as 36 células. Sem sobra, sem casa vazia, sem cruzar o próprio caminho.
Ele não tem página própria. O cartão fica na coluna da direita da home, logo abaixo do player, e o tabuleiro abre em tela cheia por cima do site. É uma rodada por dia, a mesma para todo mundo, e quando não há rodada no ar o bloco simplesmente não aparece.
Tem dois rankings, e eles medem coisas diferentes de propósito. O do dia é cronômetro puro: quem fechou a grade mais rápido fica em cima. O geral é de constância, e conta quantos dias a pessoa concluiu, com a média de tempo entrando só para desempatar. Dá para pedir dica quando você travar, mas ela custa 15 segundos no placar, senão sairia mais barato pedir três dicas do que pensar.
Você joga sem estar logado. Se criar conta depois, as partidas que fez como visitante vêm junto para o seu perfil.
Joke e Kaeda voltaram ao microfone
A grade ganhou três programas novos na semana, com dois nomes que a casa conhece bem.
O Joke voltou com dois programas semanais, às segundas e às quintas, sempre ao meio-dia. Um deles é o J-MIX, no formato mais tradicional que ele sempre fez: música japonesa no geral, pedido atendido, conversa com quem está no chat. O outro é o J-MIX Radar, que é curadoria: bandas e faixas que ele andou descobrindo agora, aquele disco que ninguém comentou ainda. A interação continua existindo, só não é o eixo do programa.
O Kaeda pegou o sábado às 21h com o Arco da Velha, e o nome entrega o serviço. É abertura e encerramento clássico dos anos 2000, do tipo que você cantava sem saber uma palavra de japonês, com bastante humor no meio.
A página da rádio conta história agora
A /radio virou porta de entrada de verdade, e não só uma tabela de horários. Tem texto explicando o que a Blast! é e desde quando, a grade abre já na aba do dia de hoje em vez de despejar os sete dias empilhados, e o filtro de "somente locutores" fica guardado para a próxima visita.
A parte que mais gostamos de olhar são os destaques da locução, apurados por janela de tempo em cima da audiência real:
- Segurou a audiência, quem terminou o programa com mais gente do que começou
- Maior crescimento, quem mais subiu em relação ao próprio passado
- Casa cheia, a maior média de ouvintes ao mesmo tempo
- Pico do período, quem estava no ar no minuto mais cheio
- Mais seguido, o programa que mais ganhou seguidores
- Mais tempo no ar, quem entregou mais horas de locução ao vivo
Repare que nenhum deles é "quem teve mais ouvinte". Audiência crua mede horário, não pessoa: o programa das 20h ganharia do das 6h todo mês, para sempre, e ranking que nunca muda vira enfeite de parede. O que está sendo medido é o que cada locutor fez com a audiência que recebeu.
As colunas voltaram, começando pelo Top Top
Na primeira geração do site a gente tinha colunas. Na segunda, o foco virou categorizar publicação por seção, dizendo sobre o que o texto é, e as colunas ficaram pelo caminho. Elas voltam agora, e as duas coisas convivem: a seção diz o assunto, a coluna diz quem assina e em que formato.
A primeira a voltar é o Top Top, que rodou de 2010 a 2013 com o Tiano. É lista do que der na telha: top 3, top 5, top 20, personagem, programa, música, o que o redator quiser rankear desse nosso mundo. Seriado dos anos 90 e anime da temporada podem aparecer na mesma listagem, depende do ponto de vista de quem escreve.
E ela não voltou vazia. As 110 publicações originais estavam paradas no banco do site que rodou entre 2006 e 2013, e trouxemos todas para cá, com data, autoria e endereço originais. São três assinaturas: Tiano em 108, Frosteu e Mystician com uma cada.
O acervo veio sem as imagens. Os arquivos daquela época se perderam na migração de 2013 e não existe backup, então preferimos publicar o texto limpo a encher cada lista de ícone quebrado. O que está escrito ali é exatamente o que foi publicado na época.
A ideia é começar a produzir conteúdo novo para o Top Top e reativar outras colunas, além de criar as que ainda não existem. E vale dizer: coluna não precisa ser sobre cultura oriental. É justamente por onde a Blast! consegue conversar sobre outros assuntos sem virar outro site.
O blog também ficou mais confortável de usar nessa leva. Os destaques viraram um slider de largura inteira em vez de três cards espremidos, a busca passou a procurar dentro do texto das matérias e não só no título, e as listagens ganharam paginação de verdade, com endereço próprio para cada página. O resto das melhorias está no changelog.
Estamos recrutando, e é sério
Fechando: as portas estão abertas. Se você gosta de anime, de jogo, de tokusatsu, de dorama, de música, ou de qualquer canto desse universo, e tem vontade de escrever sobre isso, a redação quer conversar. Se o seu negócio é falar, a rádio tem horário: você monta seu programa, escolhe o que tocar e aprende a segurar um microfone no ar.
Não precisa chegar pronto. Muita gente que hoje locuta aqui começou sem nunca ter falado em público, e é um dos poucos lugares onde dá para treinar isso errando à vontade. Se quiser só entender como funciona antes de decidir, também vale.
Passa na página de recrutamento e conta o que você gostaria de fazer. E aproveita: qual coluna antiga você gostaria de ver voltando depois do Top Top?