Resenha de WITCH, de PLASTICZOOMS (PLASTICZOOMS, 2011). Nota: 2,0.

A parte legal de resenhar lançamentos de bandas iniciantes é quase sempre me deparar com um grupo de caras digladiando contra as próprias influências em busca de um som próprio.

O PLASTICZOOMS faz um cruzamento entre o post-punk japonês de um Lillies and Remains e a fonte ocidental advinda do Joy Division, Bauhaus, Killing Joke e mais uma cacetada de grupos.

“WITCH” é a faixa-título, acompanhada por um desnecessário remix dançante (?). A música não é ruim, mas fica obscurecida pelo manto das influências citadas. Prejudicados por uma gravação horrorosa, os componentes eletrônicos soam como um amontoado de barulhos. Tudo agravado pelas vocalizações perdidas do cantor SHO ASAKAWA.

Eles podem surpreender num futuro próximo, principalmente por já terem uma identidade visual bem forte. Porém, falta ainda muita coisa a ser melhorada para que o grupo venha a despontar.


Publicação original de 25/03/2011.

Compartilhar
Comentários
0 comentários