Na última sexta-feira foi ao ar o Blastionário em que eu era o convidado, e acabou passando batido por causa de umas confusões: Tiano não sabia se iria realmente ao ar, eu não sabia também, e ficou assim, todo mundo sem saber de nada, até que fiquei sabendo que foi. Pois é, mas em breve vai estar no Arquivo B!, também será publicada a entrevista. Como eu já tenho aqui a tudo isso e vocês não (há!), achei melhor dar a vocês a minha seleção de músicas — já que numa rádio a qualidade não é 100%, é melhor deixar tudo certinho.
Devo avisar que minhas músicas preferidas, assim como a da maioria, mudam com o tempo, e, em muitos casos, há bandas onde temos no mínimo umas dez músicas preferidas. Nesse caso optei por escolher aquelas que ouço há mais tempo incansavelmente.
Blastionário
- Aliene Ma’riage - kin jirareta shikō kairo
- BUCK TICK - Mona Lisa
- D’ERLANGER - dummy blue
- DEAD END - Phantom Nation
- deadman - kunō no naka no taegatai sonzai
- Kaya - Psycho Butterlfy
- Madeth gray’ll - Lucifer
- MALICE MIZER - Garnet
- Raphael - Promise
- RENTRER EN SOI - Shinwa
- Valentine D.C. - Sekai o Neraiute
Acho que alguns de você podem achar estranha a escolha das músicas, mas não tanto das bandas. Agora mesmo enquanto olho, sinto que está estranho mesmo. Mas fazer o que, escolher apenas uma dos meus amados BUCK-TICK, ou MALICE MIZER, é uma injustiça e pensei em um e outro momento marcante na hora da escolha.
Mas não é tudo, ainda tenho uns dois assuntos a travar com vocês. Primeiro sobre as resenhas deste mês, que mal começou e já estou com três bombas na mão (segundo assunto, mas não agora), e mais uma vez gostaria de saber de algum leitor gostaria de ter sua resenha publicada aqui. Não precisa ser nada muito complicado, basta ir escrevendo, assim como eu faço; ou então algo melhor, um texto mais curto apenas. Mandem para o seguinte e-mail: [email protected]
Não sei, só sei que gostaria de ver vocês em ação, e me dando uma mãozinha. Não sei nem se este mês vou fazer comentários sobre lançamentos, então desde já vou dizendo que DEAD END supriu minhas expectativas, com um álbum que é um apanhado de tudo que feito no passado, de “Ghost of Romance” a “ZERO”, sem soar datado, fazendo os anos 80 confundir-se com os 00s. Já D’ERLANGER, do pouco que ouvi (e só vou poder ouvir tudo mais tarde), parece que pelo terceiro ano consecutivo serão eles o meu álbum favorito do ano. Assim não vale! Errem ao menos uma vez!
Mas ainda tem uma coisinha que faltou falar com vocês, sobe Camui. Mas não agora. Até mais! ;*
Publicação original de 11/11/2009.