Galerê! Estou eu aqui pra mais uma sugestão de álbum para vocês! Antes de começar a dissertar sobre isso, queria agradecer aos comentários na nova seção do blog, Singles para se ouvir antes de morrer. Com essas duas sugestões por semana, mais algum post que possa vir a ter ou não, podemos trocar figurinhas de forma bem constante, então aguardo o comentário e as sugestões de todos sempre.

Sobre a sugestão de hoje, eu segurei um pouco as pontas pra falar sobre essa banda porque sou extremamente suspeita. Mas, como o blog serve pra passar as minhas sugestões pra vocês, obviamente não poderia passar uma série como essa sem citá-los. Hoje falaremos de SID, e seu primeiríssimo álbum, Ren’ai. Pra fãs mais antigos da banda não tem como ignorá-lo ou diminuir sua importância. Então, além de um post e uma sugestão, a resenha que vocês leem aqui desta vez é também uma homenagem à minha banda favorita.

Claro que isso não tira o direito de todos de criticar o álbum ou algo específico nele. Como sempre, estarei esperando ansiosamente os comentários e responderei a todos com certeza.

Voilá:

SID - Ren’ai (2004)

Em meio a um turbilhão de bandas visuais que tinham como principal ferramenta o barulho e agressão visual, em 2003 nasce a banda SID. O estilo do som não é de fácil descrição, mas a atmosfera pode ser definida com palavras aparentemente contrárias: “beleza” e “experimentação”.

Nada em Ren’ai foi inventado, mas o quarteto soube fazer a utilização do pop rock, toques de jazz e outros estilos já tradicionais da música de uma forma diferente e original, com toques de delicadeza quase únicos. Em contradição com o cenário da música descrito anteriormente, SID traz em seu primeiro álbum a promessa de uma banda que trabalharia o sentimento, o belo, o estranho e demais realidades do ser humano de forma amena e agradável.

Já no primeiro álbum a banda encantou o público com a música “Ajisai”, uma das mais famosas até a atualidade. Além dessa faixa, temos a fascinante “Mōsō Nikki”, que trabalha o tema da cega obessessão amorosa, a também famosa e animada “Owakare no uta” e a belíssima “Ao”.

Em 2004 não se tinha a ideia de que a banda cresceria tão rápido quanto ocorreu. O álbum tem um som por demasiado simplista, principalmente se comparado aos demais. Pra quem ouviu numa data mais próxima do lançamento o álbum ganha um sentido único, mas, não por isso ele pareça menos brilhante pra quem o ouve agora. Fica aqui então uma ótima dica para todos!

Mais pra frente teremos mais sugestões da banda, então, não deixe de conferir Ren’ai e acompanhar o agradável desenvolvimento desse projeto tão especial.

Tracklist:

  1. Ajisai*
  2. Rinjin
  3. Watashi wa Ame
  4. Virtual Bansankai
  5. Ao
  6. Doyōbi no Onna
  7. Hitsuyōaku
  8. Akagami Shuffle
  9. Mōsō nikki*
  10. Owakare no Uta*
  11. Kara no Binsen, Sora e no Tegami

*Destaques

No programa do dia 24 de abril você confere as 3 músicas destaques do post, então não perca, das 19 às 20 horas!


Publicação original de 22/04/2009. 1 imagem desta publicação não sobreviveu à migração de 2013.

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