Ainda existe uma criança dentro de você?
Ainda me lembro com muito carinho da minha infância, quando eu era criança. 🤩
Eu estudava pela manhã, largava da escola às 11:20 e voltava correndo para casa só para não perder o episódio de Dragon Ball que passava na TV Globinho. 🤣
Eu passava a tarde toda no estádio Ronaldão jogando bola, treinando, etc. Voltava às 17 horas para casa e, durante a noite, brincava na rua de bola, esconde-esconde, pega-pega pelo quarteirão. Adorava brincar de garrafão e conversar com os amigos na calçada da esquina.
Era bom demais! ❤️
Meus rolês eram a locadora de games, fliperamas, lan houses e praças.
Adorava viajar para Goiana, Acau e Pontinha.
Essas foram as minhas pequenas lembranças da minha infância, que compartilho com amor para este mês tão especial.
E você? Como era a sua infância?
Você brincava de quê?
Conta aí pra gente! 😀👍
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Ser adulto é aprender a lidar com responsabilidades, enfrentar decepções, esconder lágrimas e, muitas vezes, sorrir mesmo quando o coração está cansado. É descobrir que nem todos os sonhos acontecem como imaginávamos e que crescer também significa deixar algumas coisas para trás. Mas, em meio a tantas mudanças, existe uma saudade silenciosa que nos acompanha: a saudade de quem éramos antes de o mundo nos ensinar a ter medo.
Às vezes, tudo o que um adulto deseja é voltar por alguns instantes àquela infância em que a maior preocupação era brincar até o anoitecer, esperar ansiosamente por uma data especial ou acreditar que, no fim, tudo daria certo. Uma época em que a felicidade não precisava de grandes motivos, porque um abraço, uma tarde com os amigos ou um brinquedo novo eram suficientes para fazer o dia inesquecível.
A nostalgia, porém, não é apenas saudade do passado. É também o encontro entre a pessoa que nos tornamos e aquela que um dia sonhou ser. É olhar para trás e perceber quantas coisas mudaram, quantas versões de nós mesmos ficaram pelo caminho e quantas vezes precisamos ser fortes quando, na verdade, só queríamos colo.
Talvez amadurecer seja justamente aprender a cuidar dessa criança que ainda vive dentro de nós. Dar a ela o carinho que faltou, permitir que ela volte a sorrir sem culpa, sonhar sem vergonha e encontrar alegria nas coisas mais simples. Afinal, não precisamos abandonar quem fomos para nos tornarmos quem somos.
No fundo, todo adulto carrega uma criança que sente saudade. Uma criança que, de vez em quando, pede para desacelerarmos, olharmos para o céu, rirmos sem motivo e lembrarmos que a vida não precisa ser feita apenas de obrigações e conquistas.
E, quando a saudade apertar, talvez seja importante fechar os olhos por alguns segundos e reencontrar aquela versão de nós mesmos que acreditava tanto na vida. Não para voltar no tempo, porque isso não é possível, mas para trazer um pouco daquela inocência, daquela esperança e daquela vontade de viver para o presente.
Porque o tempo pode mudar o nosso rosto, amadurecer nossos pensamentos e transformar os nossos caminhos, mas nunca deveria nos fazer esquecer a criança que fomos.
Crescer é inevitável. Esquecer de si mesmo não precisa ser. E talvez a forma mais bonita de honrar a nossa infância seja permitir que, mesmo depois de adultos, ainda exista espaço dentro de nós para a imaginação, para a ternura e para a felicidade de simplesmente existir.
OBS: Me desculpe se há algum erro de português, até me emocionei ao escrever esse comentário 😊


Cedo pegava o ônibus na frente de casa pra escola, chegava no horário de ouro da TV Globinho, a TV e o sofá eram meus nessa época, hehe
Mesmo as vezes contra a vontade, minha mãe não impedia eu de assistir Dragon Ball que era bem violento as vezes...
Depois de almoçar, já ia na casa de uns amigos de infância que moravam perto pra ver qual seria a programação da tarde/noite...
Em alguns dias a gente ia explorar o campo, outros pescar, outros jogar bola no campo do bairro ou futsal no salão, as vezes quando tava o clima chuvoso era jogatina na casa de alguém com Super Nintendo ou PS1, íamos num mercadinho, comprávamos umas bolachas recheadas, refrigerante e a diversão tava garantida...
Durante os fins de semana as vezes meus amigos e eu escolhíamos uma casa de algum de nós e começávamos a jornada de construir a sede do nosso clubinho... juntávamos madeiras, telhas, pregos e em algum canto dos fundos do pátio a gente montava uma base a prova de chuva... fazíamos um mini fogão caseiro dentro com chaminé pra rua e tudo mais, era muito divertido!
Em outras vezes quando na época de verão, a gente escolhia os fundos de algum de nós e o chão era nossa cidade, cada um escolhia uma área pra fazer sua base e a gente fazia as estradas conectando vários pontos do pátio até a base de cada um... colocávamos nossos carrinhos e a gente saia conduzindo o carrinho pelas estradas pra visitar como estava a construção de cada um e assim a gente ia um Sábado e Domingo inteiros.
Depois na adolescência a gente diminiu bastante esse tipo de brincadeira e íamos mais para o centro da cidade, dar rolê pelos parques, conversar com algumas meninas, ir em locadora pra jogar, fazer corujão as vezes quando os pais deixavam (que era difícil pra mim, mas eu dava uns pulos) e por aí vai.
Minha infância foi muito bem aproveitada, com muita natureza e na rua mesmo... pé no chão, sujeira e algumas vezes correndo do meu pai pra não tomar varada por estar muito tarde na rua, hehe.
Ótimo post Fhelipe, sentindo uma nostalgia ao escrever tudo isso.
Lujon
Brucky
Lujon
Fhelipe