Vamos e convenhamos, por mais cansativo que seja, devemos entender a sociedade da qual tal escritor vivia, a era da qual fazia parte, os costumes e os governantes da época, para entendermos seus livros (literatura na minha folga?), e não é diferente com os mangakas. Para entendermos, de verdade, um mangá (qualquer que seja), devemos primeiro interpretar como era a sociedade de seu desenhista/escritor, para podermos entender qual a mensagem subliminar (sinto muito, mas muitos mangakas são subliminares) que ele quis nos passar, isto é, para entendermos o que aquele mangaka quis nos dizer.
Como esse é meu primeiro artigo, falarei sobre um mangá (um bem conhecido), e sua mensagem subliminar (depois disso, você nunca mais será o mesmo).
Falarei sobre HOTD (High School of The Dead), que, com toda sua estética envolvente e apocalíptica, cegava os olhos de todos, para a mais pura verdade.
Esse mangá (escrito por Daisuke Saitõ) fala, externamente, sobre como toda uma nação se infestou de zumbis, e como os grupos tentavam sobreviver no meio dessa catástrofe. Entretanto, isso é só uma forma de ocultar a ideia (em 2012, o mundo só falava de apocalipse Maia). Na verdade, esse mangá tenta falar sobre duas coisas, mas só falarei de uma, pois a outra ficará na introdução do meu 2º artigo, que se aprofundará no tema. Acontece que Daisuke planejava falar de como nossa sociedade caminha para um fim inútil, onde, apesar de nossos conhecimentos, riquezas, entre outros, não nos passamos de meros animais, que lutam por sobrevivência a todo custo, e que nada são alem de seres que se alimentam e lutam numa selva urbana. Ele planejava demonstrar que os humanos lutam por cargos e riquezas, mas, na realidade, são grotescos inúteis perante uma infestação qualquer (agora, espero que se recuperem).
Bem, pessoal, espero que tenham gostado de minha primeira redação, pois pretendo falar a outra visão subliminar de Daisuke quando escreveu HOTD. Até a próxima, galerinha.
Agora, assistam, com um novo olhar, a abertura de HOTD e reparem em algo, subliminar, que será introdução de meu 2º artigo.
*Nota do autor*: Sim, isso é um dever de casa!
Publicação original de 03/05/2013.