Digamos que nunca sumi, que entre este post e o anterior se passaram uns poucos dias. Por isso meu recado é que, pedindo desculpa pela ausência (não muito percebida pelo leitores), vou escrever por uns dias e desaparecer de novo. É o jeito. Vida anda meio apertada coisa e tal, todos os dias acordo desejando um dia com 35h, dia perfeito em que daria tempo para tudo. Enfim, em agosto começam as aulas e fico sem postar de novo.

Bem, não fiquei totalmende de fora da cena, apesar de já não me empolgar muito. Mas vejam! A culpa é da música, que anda uma chatisse só. O que tivemos de melhor até então? Umas músicas do Amber Gris e o fim do Vidoll (hmm); Kyoka parece estar de volta com uma banda de nome esquisito: DROSERA OBLAAT. “Doceira Oba!”, “Drogas ova”, sei lá a pronuncia disso, mas a prévia é chata pra caramba. Acho que a carreira musial dele acabou em Deflina Ma’riage — depois foi apenas autoenganação por parte dele e dos fãs.

O que sobra? Falar do que não tem como me decepcionar, do que já passou e do que os ouvidos já tratam como um música da família. E, bem, vocês notarão que algo mudou por aqui. Adotei o estilo amargo de quem pensou bastante sobre as coisas que gosta e não mede linhas para dizer mal do que antes considerava bom.

O mais é o seguinte, adianto o assunto do próximo post: uma banda azul, de som bonito e meio que abandonada pelo pessoal de hoje, mais empolgado com os ruídos e sons abafados de antigas fitas de um Vizell, ou Madeth Gray’ll (cujas boas músicas cabem facilmente num único CD), ou qualquer porcaria que deveria merecer veneração apenas por serem “das antigas”. Não é bem assim e... eita, já chego lá, no próximo post.


Publicação original de 20/05/2011.

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