Antes de mais nada, deixa eu avisar que o Arquivo B! do nosso último programa está disponível! Pronto, agora vamos ao tema do próximo programa. Todo mundo sabe né? Entre aspas é a opinião do Tititi. Então debatamos!

Você fica tempo demais na frente do seu monitor? Quando você entra no PC, o tempo passa rápido demais e você perde o dia? Antes de dormir, você precisa entrar para ver alguma coisa importante e fica com insônia? Você às vezes deixa de sair para ficar conectado? Você só tem amigos virtuais? Você prefere ler na internet e ler um livro? Você sente falta absurda quando não entra na internet, joga um jogo, faz um trabalhinho... algo que seja digital?

Essas são algumas perguntas que podemos fazer para saber, pelo menos, se passamos grande parte das nossas modernosas vidas em frente a uma tela de computador. Claro, muitas dessas perguntas são respondidas com um “sim”, mesmo que seja por obrigação. A internet, grande vilã do vício de ficar no computador, por vezes nos “obriga” ao seu uso; seja para estudar, se informar, falar com alguém, atualizar a Blast!... (“Este site te explora Tiano, é sério...”)

Qual a medida para saber se estamos viciados em computador ou em trabalho? Se estamos viciados em computador ou carentes de atenção? Se estamos viciados em computador ou precisamos de ajuda psicológica para reconhecer o mundo real como... real? Não sei bem a resposta disso tudo, então recorro ao debate público. (“Mentira, tu quer é vender livro de autoajuda, seu mercenário!” Que absurdo, Tititi!)

Que a nossa juventude resolve tudo e se conecta a todos por meio da internet — e, consequentemente, no computador —, é manjadíssimo. E porque isso configura sempre em um vício? Acredito que há algo além da consequência, que é a causa. O que faz tanta gente ficar dependente desse aparelho que, em tese, deveria dinamizar nossa vida, não nos enraizar numa cadeira rotativa?

Queremos a opinião de vocês, ouvintes críticos e reflexivos. Até quinta-feira!


Publicação original de 23/11/2010.

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