Na primeira temporada de Sora no Otoshimono, vimos tudo o que pode nascer da mente de um adolescente pervertido... Bom, até que ele seja nocauteado pelos golpes assassinos de sua amiga. Calcinhas voadoras, robôs que guardam armários de revistas eróticas e anjos-robôs que atendem todos os seus pedidos. Eis que surge a merecida continuação da série, a segunda temporada chamada Sora no Otoshimono: Forte! É, é “Forte” o nome mesmo.

Então, o que mudou? De fato, não muita coisa. Tomoki continua chibi a maior parte do tempo, a Ikaros continua com sua melancia de estimação, a Sohara continua treinando seus golpes capazes de cortar árvores e a Nyhmp continua moe. E o Eishirō continua perdendo desastrosamente suas assistentes, as Prettys. Então, nesta nova temporada, sua nova Pretty é ninguém menos que... a maníaca, psicopata e adoravel Mikako!

O nosso já conhecido lider do Clube de Descobrimento do Novo Mundo continua investigando o buraco negro que está acima da cidade e os misteriosos sonhos de Tomoki retornam. Tudo vai bem, até que uma nova Angelroid aparece, decidida a matar Tomoki. É ai que começa a nossa segunda temporada.

Astrea é uma Angelroid que impõe respeito. Com uma entrada dramática, cheia de luzes ofuscantes, uma armadura digna dos cavaleiros de bronze (?) e um olhar claramente ameaçador, além de ter uma espada que você prefere manter distancia, a primeira imagem que tive dessa nova personagem foi a de uma valquíria. E quem joga/lê Ragnarök, ou possui um mínimo conhecimento de mitologia nórdica, sabem que se deve manter distancia de uma valquíria furiosa. Resumindo, Astrea é uma máquina de guerra totalmente equipada com tudo que há de melhor (e ponha tudo nisso), feita para matar. Ela só tem um defeito, mas vamos, são só detalhes. Sim, mas não se esse defeito for ser burra, mas não uma burra normal, e sim, uma tapada completa, totalmente retardada e desajeitada.

Sua primeira tentativa de matar Tomoki falha, como todas as outras, miseravelmente. Ela chega, pega o garoto de surpresa, tudo o que ela precisa é baixar a espada e pronto, problema resolvido. Mas não, ela TINHA que tropeçar em cima da hora, e cair vergonhosamente. A partir daí, ela passa a se fingir amiga de Tomoki, para poder matá-lo quando estiver com a guarda baixa. O que não melhora nem um pouco sua situação.

Tomoki está em um templo nas montanhas tentando se livrar de seus desejos humanos, e, obviamente, a presença de Astrea é um grande, realmente GRANDE obstáculo para isso, se me entendem. Assim, enquanto ela finge meditar debaixo de uma cachoeria junto ao garoto, se prepara para desferir o golpe fatal. Afinal, o garoto estava de olhos fechados, totalmente concentrado em sua meditação, o que poderia dar errado? Mas a coitada da Angelroid não contava com as forças da natureza: no ultimo instante, ela “congela” por causa da água estramamente gelada.

E daí pra frente, meu amigo, a coisa só piora. Não preciso nem comentar que a tentativa de se transformar em uma revista erótica falha completamente, por causa da onipresente Sohara, que aparece atrás de Tomoki com seus golpes assasinos. E claro, por que não envenenar a comida do garoto? Simples, rápido e letal. A menos, claro, que você esqueça de colocar o veneno.

Não há muito o que falar da nova temporada, pois foram lançados poucos episódios até agora, mas já da pra ver que confusão e fan-serivce são duas coisas que não vão faltar. E, claro, vamos descobrir os segredos mais profundos de Sohara, logo no primeiro episódio. Além disso, o misterioso em torno da Synapse só aumenta.

Quanto à abertura, achei ela bem melhor do que a primeira, e por ela podemos ver que a segunda temporada vai ser mais séria que a primeira... Não, não, deixa pra lá, vai ser igualzinha a primeira, não adianta negar.

O primeiro episódio conta com uma abertura especial, uma paródia da “Ring My Bell”, música da primeira abertura, cantada e estrelada totalmente pelo Tomoki. Ia falar mais sobre a abertura, mas vou deixá-la aqui para vocês e deixar vocês tirarem suas próprias conclusões. Até a próxima, pessoal!


Publicação original de 18/10/2010. 2 imagens desta publicação não sobreviveram à migração de 2013.

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