Olá, ouvintes leitores da Rádio Blast! Tendo que dar um pouco de satisfações (not!) a vocês, queridos leitores, venho a dizer que a nossa coluna de releases e outros comentários aleatórios tava um pouco enferrujada porque eu arranjei um trabalho mara que tomou todo o resto do meu tempo livre.

Então, pessoal da Rádio Blast!, aqueles que sempre foram fãs de carteirinha da colunista (aloka) Mahoro Robusti (e nunca conseguiram demostrar carinho e afeição) poderão me encontrar no Cinemark Botafogo (RJ)! Sim, estou trabalhando como operadora de projeção, dando o start em todas as sessões. Bacana, né? Quem quiser me ver é só ficar olhando para o quadradinho de onde sai o filme. Aí vocês ficam dando pulinhos, ok? Fica sendo o código para eu saber que é pessoal da Rádio Blast! Mas eu nem vou olhar, porque tenho muito mais o que fazer (zua), mas prometo fazer vários outros posts sobre os bastidores da projeção.

Hnm, pois bem! Tirando um pouco da po-ei-ra *cof cof* desse lindíssimo meio-de-comunicação-moderno (blog), estaremos agora falando de filmes por temática. Neste gracioso post vamos comentar e falar (mal) de dois filmes que ficaram em cartaz mas não tiveram sucesso. Sucesso é muita gente lotando salas de cinemas, sucesso é dinheiro no bolso do patrão, sucesso é Stefhany! Ufa, falei.

Cadê os Morgan?

Pois é, Sarah Jessica Parker e Hugh Grant fazem o mais novo, digo meia-idade, casalzinho/par romântico dos cinemas do Brasil. Estreando e saindo de cartaz a jato, Cadê os Morgan? (é! cadê?) foi mais uma comédia romântica que não chega a ser nem comédia, nem romântica. Bem, ainda assim é um filme, infelizmente.

É aquela velha história padrão do casal que está num relacionamento ruim e que dá um tempo. Aí uma coisa absurda acontece com eles para o amor renascer, em meio a situações constrangedoras, claro. Nesse caso, a dupla presencia um assassinato e, lógico, tem que dar uma sumida de Nova York. Acabam, assim, indo parar num lugar parecido com São-João-sei-lá-da-onde, interior do interior do interior dos EUA.

Não precisando contar o final pra já saber qual é, o filme se resume ao trejeito desengonçado da Parker e pelas píadas mal contadas do Hugh Grant sobre seu próprio sotaque britânico. Um casal chato e cosmopolita numa cidade caipira.

Simplesmente Complicado

A comédia romântica, estrelada por Meryl Streep, não é naquele formato adolescente que conhecemos. Não, não tem escola, nem bailes de formatura e muito menos uma menina rebelde que no final do filme vira uma beldade. A atriz vive o papel de uma mulher divorciada há dez anos. Ela ainda tem muitos conflitos com seu ex-marido, que acaba virando seu novo amante.

Já com os filhos crescidos e com mais dos seus 50 anos, a protagonista atrai com suas piadas descoladas e bom-humor o público feminino da meia-idade. O filme é bem engraçado e divertido(inho), com destaque para os personagens secundários que fazem diferença como o noivo de uma das filhas. Infelizmente, o filme, por falar de amores e amantes, abusa um pouco das piadas sexuais e de duplo sentido.

Isso porque ela tem um romance com um outro homem. É nele que Steve Martin, pela primeira vez, atua bem, diferente da usual comédia pastelão. Além do ex-marido amante, para a confusão geral dos filhos. Como “...vai resolver tudo isso?”. É como diz o título, é simplesmente complicado.

E aí, o que você acharam dos filmes? Bons? Ruins? Previsíveis?


Publicação original de 03/05/2010. 2 imagens desta publicação não sobreviveram à migração de 2013.

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