Já que estamos nos aproximando do tão esperado 25 de dezembro, desenvolvi um post contando algumas curiosidades sobre o Natal e de onde surgiram seus principais símbolos. A intenção não é gerar polêmica, a pesquisa foi somente a título de curiosidade e tentei escrever o texto mais neutro possivel, já que encontrei diversas críticas.

O dia: 25 de dezembro

Quem instituiu o Natal nesse dia foi o Papa Júlio I no ano de 350 d.C. Seu objetivo era “cristianizar” pagãos por meio das comemorações. Como? Bem simples: no dia 25 de dezembro, acontecia o solstício de inverno, e nesta data os romanos realizavam grandes festividades. Era conhecida como “férias de inverno” em homenagem a Saturno, deus da agricultura, e ao nascimento do Deus Sol. Com o decreto do Papa, ele substituiu a veneração de Saturno pelo nascimento de Jesus.

A Igreja Católica reconhece que a data do nascimento de Jesus é desconhecida. Interessante que, em alguns países que usam outros calendários, o Natal é comemorado dia 7 de janeiro.

Papai Noel

É o camarada que distrbui presentes a todas as crianças do mundo na madrugada de 24 para 25 de dezembro. A lenda foi baseada na história de São Nicolau, um bispo que nasceu no século III, na Grécia. Nicolau ficou famoso pela sua grande generosidade: presenteava famílias anonimamente com sacos de moedas de ouro jogadas pela chaminé. Isso lhe concedeu o título de santo pela Igreja. No século XIII, a comemoração do dia de São Nicolau passou a ser dia 6 de dezembro e sua imagem começou a ser ligada a crianças. Os alemães começaram a ligar a imagem de São Nicolau com o Natal e, mais tarde, os holandeses levaram essa tradição para os Estados Unidos, onde surgiu o nome Santa Claus, traduzido para Papai Noel em português.

Existe a lenda que as cores vermelho e branco da sua roupa foi invenção da Coca-Cola. Porém, é reconhecido que o responsável foi o cartunista alemão Thomas Nast, que instituiu não somente as cores, mas como toda a imagem do bom velhinho. A Coca-Cola apenas se aproveitou da situação para realizar uma grande campanha publicitária para aumentar as vendas no inverno.

Árvore de Natal

Achei muitas versões para a origem da Árvore. Vou citar só algumas. A primeira diz que Martinho Lutero, autor da Reforma Protestante, caminhava por uma estrada olhando o céu em meio aos pinheiros e passava a impressão que as estrelas estavam cercando as árvores de alguma forma. Ele ficou tão encantado que arrancou um galho, levou pra casa e enfeitou para tentar deixar parecida com o que vira na estrada. Uma outra diz que a árvore veio muito antes do nascimento de Jesus, entre o segundo e terceiro milênio a.C. Naquela época, os povos que viviam entre a Europa e a Ásia consideravam as ávores como símbolo de fertilidade da Mãe-Natureza e por isso a cultuavam. Uma terceira reza que a tradição de se decorar árvores surgiu na Alemanha: São Bonifácio a instituiu para substituir os sacrifícios do Carvalho Sagrado ao deus pagão Odin (quem manja de Cavaleiros? xP). Eles usavam o carvalho, pois, sendo uma árvore de folha perene, simblizava a vida eterna. Eles também falavam que a cor verde simbolizava a esperança, mas achei que isso não justificaria já que 99% das ávores possuem folhas verdes, dũr.

Troca de presentes

A ideia de presentear era para representar a generosidade de São Nicolau. Houve uma pequena falha no conceito, porque geralmente quem dá presentes no Natal espera receber outro em troca — ou seja, um troca de presentes, logo não seria exatamente “generosidade”. O costume também surgiu nas festividades romanas saturnais. A festa se estendia por vários dias e havia muita bebida: música e bebida, dança e bebida, barulho e bebida (se é que me entende XD). E em meio à festança também havia a troca de presentes, tradição que perdura até hoje.

Por hoje é só, galera, e não percam no final de ano da Globo, o especial Tal Pai, Tal Filho com Fábio Jr. e Fiuk. -N

Obs.: Usei muitos sites e algumas revistas pra escrever esta matéria, por isso, se quiser caçar mais assunto, sugiro o Google :D


Publicação original de 23/12/2010. 4 imagens desta publicação não sobreviveram à migração de 2013.

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