Resenha de Cruel, de The LEGENDARY SIX NINE (VAP, 2010). Nota: 8,0.

Planejava eu criar uma resenha pra The LEGENDARY SIX NINE, primeiro projeto solo de um membro do Nightmare, criado por Ruka e contando com ajuda do rapper Twigy e de alguns velhos conhecidos da cena visual kei, como o hiperativo Hakuei (Penicillin), Misa (Aioria e Babylon), e o jovem Shinobu (Guy’s Famliy e Creature Creature). Então surge um amigo que me passa uma resenha sobre este mesmo lançamento — era sua primeira tentativa em escrever algo —, lembrei de mim, logo no começo, no tanto de besteira que escrevia, e vi que ele é um iniciante melhor do que eu. Estou postando o texto que ele me passou há pouco; e você, que também escreve, não se sinta acanhado! Você pode ter sua resenha aqui publicada também, é só me enviar para análise. Agora é a vez do Matt.

Daqui pra baixo nada é meu:

O single começa com a música “Cruel”, que dá nome ao single. A guitarra e os raps do começo da música soam como um new metal, com aquela apresentação dos membros em estilo rap, dão um certo impulso no começo, soando muito americano. A música continua carregada e rap e efeitos até entrar num refrão melódico que é bem a cara do Hakuei. Felizmente não soa como as melodias bem forçadas e repetitivas dos trabalhos mais recentes do Penicillin, e, sim, mais precisas. É uma música simples mas precisa, e soa bem.

A segunda faixa, “Suna no Machi”, é uma faixa mais calma. Começa com um monólogo que é seguido pelo vocal melódico do Hakuei, tem um piano melancólico de fundo na música, deixando uma sensação nostálgica. O solo de guitarra é bonito e também traz uma nostalgia que entra em conflito com a primeira faixa. A melodia ainda lembra certas músicas do Penicillin.

Enfim, é um lançamento interessante e mostra um lado diferente do Ruka, embora ainda haja uns vestígios de Nightmare nas canções.


Publicação original de 30/03/2010.

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