A vida é uma batalha, dessas maiores que quinze temporadas de fillers de Naruto. E aí a gente entra pra ganhar, né? Passar de ano, torcer por um time, conquistar o amor perfeito, construir um bom ambiente familiar, conseguir um emprego estável e ser feliz; assim, bem fácil e tranquilo. Mas e se no meio do caminho tiver uma pedra? E se a pedra for enorme? E se o dinamite acabar, o chakra não der conta, bater aquela preguiça e aí... FUUUUUUUUUUUUUUUUU!

De uma hora pra outra, “BAM!”, deu caca. Reprovei, meu time perdeu, tomei um pé na bunda, minha casa tá um sofrimento e meu chefe é um pé no saco. Definitivamente, feliz eu não estou. Aí vem a galera do “vai ficar tudo bem” e a gente não tá na vibe de acreditar... ou está? Depende. Uma rasteira não é o fim do mundo. É?

O que o programa propõe é um debate sobre as reações às diversas derrotas que sofremos no caminho. Levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima é lindo, mas como proceder quando a poeira tá acumulada? A teoria de ser forte é maravilhosa, mas e a prática? Isso a gente não descobre fácil num programa de rádio, mas rende uma boa conversa. Até lá.

“Quero salientar que não tenho nada com esse assunto, porque sou um vencedor nato. Beijos.”

(Claro, Tititi, claro)


Publicação original de 20/03/2010.

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