Boas notícias para os queridos leitores do 7ªrte. Os próximos quatro programas que irão ao ar, semanalmente, nas segundas, serão apresentador por mim! Pois é, Anninha linda e tão amada terá que se ausentar por um tempinho para dar um up nos estudos. Depois ela volta, fiquem certos, e não chorem.
No programa da semana que vem vamos falar de ALICE (e seus muitos países de maravilhas). O dos livros, o da Disney, o do Tim Burton. Então, ouça nosso programa querido segunda e dê sua opinião!
O filme tão esperado e tão anunciado finalmente chegou. Alice já tem tempo que já estreou, está sempre lotando as salas e é por isso vou contar o final dele, bem aqui. Pois é, eu sei o que foi aquela estreia. Trabalhando no Cinemark, só a gente sabe o que se passa por trás daquelas salas... mas conto isso somente no programa. ;)
Bem, Tim Burton é sinônimo de grandes espectativas. Principalmente para o pessoal aqui da Rádio Blast! que gosta do estilo obscuro, misterioso e fantástico do rapaz. Desta vez, a fantasia se afastou um pouco das telas e acredito eu que Tim Burton trabalhou mais com a razão das coisas. O Alice no País das Maravilhas tim-burtoniano é bem lógico e explicativo, com vários flashbacks para complementar algumas questões do roteiro.
As maravilhas, insanidades e maluquices que compões o Alice da Disney dão lugar a outro estilo neste filme, tipo estilo Nárnia: “Vamos salvar o mundo do Mal.” A Rainha Branca, senhora do xadrez, está over. E quem deveria ser assim, a Rainha Vermelha, é um personagem raso e frágil. Nada parecido com a fórmula da Disney. As cortes, o perigo eminente e a grande batalha final são partes extremamente contidas no universo medieval que deixam o filme menos maravilhoso que deveria.
Deixem suas opniões aqui e participem do programa! =)
Publicação original de 20/05/2010. 2 imagens desta publicação não sobreviveram à migração de 2013.