Tá chegando o grande momento, em poucos dias teremos o primeiro lançamento de UnsraW em dois anos! Mas enquanto não chega o dia, vou manter aqui aquele momento ritualístico do blog, que existe desde os primórdios. Sim! As resenhas de alguns lançamentos relevantes — ou não.
Como esses dias eu ouvi pouca coisa, tem umas resenhas que não são de lançamentos deste mês, mas que ainda não haviam aparecido por aqui. Tenho ouvido bastante música sortida de bandas das antigas. Qualquer dia eu trago alguma velharia para vocês. Não vai ser nenhuma daquelas bandas ruins da MATINA que duraram duas horas, ou qualquer coisa como If~†Diα (mesmo que essa seja uma banda tão curiosa quanto o próprio nome), mas algo como... não digo, não vou me comprometer com nada :D
Mas vamos ao que importa:
【_Vani;lla】- nise culture
Essa é mais uma daquelas bandas que é cultuada entre o pessoal mais underground, mas que você não está perdendo nada caso não conheça.
A primeira vez que eu ouvi a banda foi com um single perdido, nem lembro mais qual era, só sei que achei uma porcaria. Dei um tempo, provavelmente havia começado pelo caminho errado, e o melhor a fazer era esperar mais para ouvir algo deles. Vem um álbum, o primeiro, e só confirma aquela impressão que eu tive. É só mais uma banda revoltada que faz barulho e chama de música. E não é um som pesado, é só barulhento, mal feito, uma porcaria. EU gastei meu tempo ouvindo, você pode evitar o desperdício.
An Cafe - BB Parallel World
Dos que eu ouvi, esteve até agora é o melhor lançamento da banda. Mas isso não é muita coisa, já que superar músicas como “Escapism” não é uma coisa muito difícil. Mas em BB Parallel World temos um An Cafe mais consciente do que está fazendo, que passa por vários estilos, com pé sempre no naquele rock dançante que ficou marca da banda após a saída do guitarrista Bou, sem querer avacalhar demais nas viadagens. Tem até uma tentativa de fazer uma música meio Sadie em “bushido to iu wa shinukoto”, com Miku mandando guturais do mau. mais engraçado do que todas as besteiras que eles fazem lol
Não pensem que eu gostei do álbum, ainda não foi desta vez. Mas dá para tirar as músicas “AROMA” e “Let’s Brand New Wave” (realmente boa!), e temos, junto com “Boku wa gawa ni iru kara”, todas as músicas que eu gosto da banda. É, isso tudo.
cali∦gari – 10
Como a maioria dos lançamentos de cali∦gari, 10 não é para todo mundo. Também não é o melhor, muito menos o pior, é apenas um bom álbum com uma proposta diferente dos últimos que a banda lançou, em 2003. Agora está bem menos direcionado ao rock eletrônico, (mas ainda com suas excelente aparições, como em -Tō-, que já é hit), mas as excentricidades ainda estão presentes. Claro, do contrário não seria cali∦gari.
Por sinal, a banda já está com data marcada para acabar de novo. Depois do show em novembro, no evento Tokyo Chikatsu — provavelmente o maior evento Angura, mas sem dúvida o mais importante —, vão lançar mais um álbum, chamado 11, apenas para membros do fanclub. Claro, estão certos. Como toda banda Angura, onde o nacionalismo é imperativo, uma notícia dessa não surpreende. E depois, vamos acabar ouvindo de qualquer forma...
SCREW - X-RAYS
Segundo álbum da banda que, por enquanto, faz parte do grupo indie da PS Company. Eu tinha gostado bastante do primeiro deles, Fusion of the Core, que deixou escancarado que eles gostavam de the GazettE e que esse era o som que iriam seguir. No começo do ano vem o vocalista Byou parecendo um cosplay de Kiyoharu e, aos poucos, pelos singles, pudemos ver certas mudanças no som da banda. Ao ouvir X-RAYS, ficou bem claro, ao menos para mim, que eles foram mais uma banda que enlouqueceu por UROBOROS.
Diferente da expectativa, o álbum é simpático, eles sabem fazer melodias cativantes, quando não estão tentando ser barulhentos demais com todas aquelas distorções no vocal. Eles só precisam manerar no plágio. Aquele início de “Gen’ei no Kusari” é uma xerox colorida (é igual, mas não é a original) de “Grief”. As outras semelhanças eu deixo pro conta de vocês.
SEVEN - Killer Tune
Enfim, o primeiro lançamento da banda que tem quase todo mundo da banda MASK, mais suporte e produção de Shinya (LUNA SEA). Fraco, e não dava para esperar outra coisa, a esperança estava apenas em Shinya e na música “Darkness”, composição de Kisaki. É coisa de antipatia mesmo, então não tenho muito que escrever. Tá na cara que essa, como todas as bandas de Michiru, não vai durar muito. Eles não vão saber manter esse som deles. O mais legal é ouvir “Kingdom” e notar que Kisaki simplesmente fez uma nova versão para “Kami Uta”.
- Quer que faça uma análise de algum lançamento de sua banda favorita? É só mandar e-mail para [email protected] . Vai ser uma dupla ajuda, pois eu sempre fico perdido sobre o que postar. É muita coisa! Hahaha Se quiserem me adicionar, não tem problema. Só digo logo que não sou muito de falar, então não exijam muito de mim lol
Publicação original de 21/09/2009. 5 imagens desta publicação não sobreviveram à migração de 2013.