Chegamos aqui de novo a mais um fim da quinzena do DJ =] Fico feliz em poder poder concluir mais uma homenagem a um DJ, mesmo que seja meio atrasado, mas é gratificante para todos nós por trás disso tudo!
Entrevista com Guideki
Então, primeiro, eu tenho que agradecer a todos que me apoiaram [desligaoscarmode]... É através dessas entrevistas que eu me sinto mais importante...
1- Qual é a maior dificuldade de apresentar um programa ao vivo na net?
R: Pra mim, com certeza, é prender os ouvintes e conseguir com que eles interajam comigo. Quando isso acontece, o programa é magnífico, mas quando não rola, irá uma bosta de uma playlist... com pausas pra propaganda e um idiota falar no meio e ler recado que não toca Naruto...
2- De onde surgiu a ideia de uma rádio japonesa?
R: DO JAPÃO, ora pipocas... animes e principalmente influência de outras rádios, víamos que faltava alguma coisa a mais. Então surgiu essa budega aí que arrasa quarteirões... (o.õ)
3- Qual é a sensação de apresentar a Blast!?
R: É quase um orgasmo... BRIMKS... mas é muito bom, pra quem não apresentou, apresente, é uma oportunidade foda! XD
4- De onde surgiram suas tendências ao desenho? Você fazia desde pequeno? Ou começou depois que se apaixonou por naruto? (Kalkha)
R: Sempre gostei de desenhar. Desde pequeno, gravava episódios de animes da TV Globinho (hrm... é.. sim) rm fitas VHS, e assistia e pausava nas cenas pra desenhar... Aí com a Internet é tudo mais fácil, e existem bilhões de animes diferenes, não só os da TV aberta...
5- O que sua família acha da rádio? Eles dão algum apoio?
R: Eles não gostavam muito até a gente ser reconhecido no meio do povo no Anime Friends de 2006, aí viram que nos somos uns pseudo-quase-talvez-famosos e que renderiamos alguns cifrões (é com c?). Mas coitados, ficaram decepcionados, mas aceitam...
6- Guideki, você acha o que você é hoje traz influência do quê?
R: Bom, eu acho que eu sou uma mistura de tudo. Primeiro que brasileiro já é um misto quente, tem de tudo no meio, e eu, por ser muito curioso, acabo aprendendo um pouco de cada cultura, de cada estilo, vide Rádio Blast!. Não sei se essa é mesmo a pergunta, mas é bom a gente aceitar as diferenças. Assim, a gente recebe influência de tudo, e sabe se o que a sociedade te oferece é o que você realmente quer ser.
7- O que você pensa do futuro da j-music no brasil. E qual você acha que vai ser o papel da Blast! nisso tudo?
R: Odeio responder essa pergunta, mas eu sei lá, que de j-music eu não entendo mesmo, mas é algo que eu gostaria que fosse conhecido do jeito que músicas americanas e europeias são. Mas não só as músicas japas, músicas brasileiras e muitos outros sons que também merece a mesma atenção. Acho que a Blast! tem sim um papel muito importante, porque somos uma das poucas “entidades” que tem o objetivo de divulgar a j-music... E bom, pras pessoas que ainda querem ser underground e tá pensando: “POshXa MaanNo... Vai tTer Um mOoOnTe de OtTakKinhOo cUurTinDo J-MmuSiic TambÈmmmm, iSssSOO Não PoOoODeeeE!”, só três caracteres pra vocês: _|_
8- Como você se identificou pala musica japonesa, e por quê?
R: Q/ Então, sei lá, eu curti e pronto, acho a música bem mais expansiva, ela pode agradar muita gente ao mesmo tempo... sei lá, eu gosto e pronto.
9- Como você conseguiu ficar tão bom em arte gráfica? Fez um curso de alguma coisa ou aprendeu tudo sozinho?
R: Eu vivi, e pratiquei... O que eu sei até agora foi fuçando e fazendo, nunca fiz um curso sobre arte, e NUNCA li tutorial de como mexer nessas budegas... Mas agora eu tô fazendo faculdade disso, então espero que o povo me leve mais a sério.
10- Como você encarava a rádio antes de participar dela, e qual é a visão atual?
R: Bom... o começo a rádio tinha um ar “de fã pra fã”. Agora ela tem uma visão mais profissional e me deu grandes esperanças de evoluir e muito no ramo virtual. Não é difícil você ser bom na vida, é só você acreditar e correr atrás que consegue passar de 5 ouvintes pra mais de 700...
PS.: Pra quem leu, tanks!
Para o próximo post, ainda não decidimos quem será o DJ homenageado... Tem uma ideia? Comenta! =]
Publicação original de 26/04/2009.