O nosso querido Kisaki (que costuma chamar a si de DEUS DO VISUAL KEI. Quem discorda?) está doente, há três semanas internado, e em observação. Ao que parece é um estado avançado de úlcera. Ao que parece ele já está melhorando, mas ainda não se tem noção de quando ele irá sair do hospital. Para quem não sabe, essa não é a primeira vez que ele é hospitalizado, sendo que na primeira vez foir por excesso de trabalho, e causou no fechamento da MATINA, gravadora que precedeu a UNDER CODE. Ele não tem sorte: não dá certo com banda, não sabe roubar e vive doente.
Para melhorar, temos uma nova banda: SCHWEIN.
Hina é um músico já bem experiente, e há vários anos marca presença no visual kei. Ronda por aí desde épocas remotas: já passou pela matina (com as bandas AZALEA e Schellen) e pela UNDER CODE (com a banda Hurts), e agora, com SCHWEIN. Os outros membros são músicos de menor porte, de Nagoya. Confio em Hina, confio em Nagoya, mas não confio nessa gravadora que eles estão, uma tal de Holiday. A banda mais famosa de lá é Lupo Label. Mas que nivel, hein.
Resenhas
Depois que eu perdi tudo do PC acabei me esquecendo de fazer resenhas. Gosto de escrever sobre lançamentos, é bom, é a oportunidade que tenho de falar mal das bandas, de dar a dica do que ouvir (ou do que correr). É uma função interessante, mas eu nunca sei sobre o que falar — principalmente naquelas semanas que parecem sair mil coisas significantes —, então queria pedir a ajuda de vocês com sugestões para resenhas. Mas só vou atender se for por E-Mail, ok?
Ancestral - The Beginning
Essa é uma daquelas bandas underground que ninguém precisa saber que existe, mas vou falar dela pois houve muitos comentários sobre The Beginning, álbum de estreia da banda. É um álbum curioso, a maioria das músicas segue o estilo batidão que toda banda visual kei que está começando faz, mas quando você menos espera, surgem músicas como “ZERO”, no mais puro death metal melódico, ou então “Fly again”, seguindo o power metal (essa foi minha maior surpresa). Parece bom, mas não é exatamente assim. O vocalista deles é muito ruim, tem uma voz “entalada” que irrita, e nenhuma das composições são realmente chamativas. Enfim, não presta. Esse pessoal que faz questão de ouvir undergrounds tem que ser um pouco mais seletivo nas porcarias que ouvem.
heidi. - Tsubasa
Conheci essa banda na época que foi lançado do miniálbum Clover, assim como várias pessoas. Na época eu fiquei todo empolgado, vivia ouvindo e recomendando a banda, costumava vendê-los como um “MUCC jovem”. Era bem isso, era legal, não era isso que é agora. A primeira música do single é “Tsubasa”, uma musiquinha besta do mais puro clichê indie. Liga na MTV agora, que deve ter umas mil (ou mais) fazendo igualzinho, ou até melhor. A música bônus, “Tsutatsuta”, tem uma pegada hardcore sem graça, os riffs da guitarra remetem sempre ao estilo MUCC que eles faziam tão bem antes. No fim, só “Deep”, segunda faixa, dá pro gasto.
LOGiQ - SION
Bandas como LOGiQ dão gosto de se acompanhar. Você sabe que a qualidade não cai, fazem música que não perdem o brilho mesmo depois de várias audições. Não tem música ruim nesse single, não tem música melhor que a outras, são todas excelentes igualmente — apesar de “Another” ter uma construção que me chamou atenção de cara. Ah, o nome da terceira música é “MASK”; acho que desde Dir en grey ninguém fez uma música com esse nome. Curioso.
SCREW - Racial Mixture
Mas que bela porcaria, hein? Eu já gostei de SCREW, ou achei que gostava, mas as cinco músicas de Racial Mixture não valem uma, são só uma tentativa de emular a época punk de GazettE, com adição de músicas introdutórias que servem só para fazer volume — aí o podem vender como miniálbum e conseguirem um dinheirinho extra. Depois Kisaki é o canastrão.
the studs - alansmithee
Álbum mais fodão do ano, até o presente momento. Não tem pra onde, aie é o melhor guistarrista hoje, cara tem os riffs mais legais de toda essa geração. Se bem que ele não é exatamente dessa geração, mas enfim, vocês entenderam, o cara toca muito. O álbum todo é muito bem dosado, e mesmo o excesso de singles não faz diferença, música boa nunca é demais. A dobradinha de introdução + Natally é demais! Quem ainda não ouviu está perdendo.
Publicação original de 09/06/2009. 6 imagens desta publicação não sobreviveram à migração de 2013.