Olá, pessoas. Como vão?

Acho que todos aqui já ouviram falar, pelo menos, do caso do menino Sean Goldman. Se não ouviram, existem diversas reportagens sobre isso por aí na internet e vale dar uma lida. Mas eu vou resumir rapidamente de forma nada profissional o caso pra vocês. “Não fazemos jornalismo, lembram?”

O menino é filho de uma brasileira e um americano. O casal, separado, vivia uma crise. Isso segundo a família dela. A versão dele difere, lógico. Inclusive, muito do que veremos nesse caso são divergências. Pois vamos em frente. A mãe retorna com seu filho para o Brasil há quatro anos e não volta para os Estados Unidos. O governo americano entende isso como sequestro. Infelizmente não dá pra indiciar a mãe, porque ela faleceu há seis meses durante um parto. A guarda de criança, no Brasil, é de seu padastro. Mas e o pai americano? “Não era ele que ganhava dinheiro com camisas estampando o filho, Tiano? Podia fazer o mesmo a ganhar um troco extra comigo.” (Gosto quando Tititi fala sério brincando)

Entenderam mais ou menos a situação? Que bom, porque não é disso que vamos falar exatamente no programa. Quero é fazer uma reflexão sobre uma coisa: esse caso é diplomático ou familiar? Todos levantam milhões de conjecturas a respeito do menino. Mas, pergunto, será que o menino e seu bem estão realmente sendo colocados em jogo? Ouvimos advogados, especialistas, pedagogos, psicólogos. Mas, e o menino?

“Ahhh, ele tem oito anos, somente.” E viveu os últimos quatro no Brasil, falando português, criando seus primeiros laços de amizade. Perdendo a mãe. Os presidentes acham que precisam de muito debate para chegar a conclusão do bem de um terceiro. Um terceiro que só tem oito anos. E nesse caso, pobrezinho, a idade pesa. Entre Brasil e Estados Unidos da América muita água vai rolar ainda sobre isso. Mas o que eu quero saber, de vocês ouvintes, é o título dessa postagem. O que será dos problemas desse garoto, se os próprios problemas são disputados entre família e Estado.

Ainda aproveitando o link, vamos falar do “incidente diplomático” da brasileira que se feriu simulando ataque de neonazistas. Eu não acredito que a nacionalidade dela influa mais ou menos no caso, e vocês?

Aguardo participação de todos nessa quarta-feira às 22h. Aqui na Rádio Blast! com Questão B!


Publicação original de 16/03/2009.

Compartilhar
Comentários
0 comentários