Ao aprovar o projeto Substitutivo ao PLC 89/2003, PLS 137/2000 e PLS 76/2000, redigido pelo Senador Azeredo, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara quer transformar milhares de internautas em criminosos. O Senador Azeredo quer tornar uma das atividades mais criativas da Internet em ato criminoso. Quer transformar os fansubbers, os fanfictions e a tradução de séries de TV em crime. O Senador considera que traduzir um Mangá é um crime tão grave como invadir um banco de dados e subtrair dinheiro de um aposentado.(trecho de um post do Blog do Sergio Amadeu) Parece absurdo, não é? Esse foi um artigo publicado em um blog na internet, falando sobre uma lei defendida pelo Senador Eduardo Azeredo para entrar em vigor. Essa citação já se espalhou pela internet e fãs de animes e mangás, mas não só destes, indignados, "chutaram o pau da barraca" em comunidades, blogs e outras formas de comunicação em massa, revelando toda a sua revolta para com a proposta do Senador. De fato, se a lei for colocada em vigor e seguida ao pé da letra, muitas pessoas sairão prejudicadas, dentre eles muitos fãs e escritores de fanfics, ou qualquer atividade que use de elementos já criados por outra pessoa, inclusive a mim, Fuyu, que adoro escrever histórias baseadas em algum filme ou mangá. Mas temos que ver os dois lados da moeda: por que será que eles fizeram isso? Essa lei vai proteger os direitos autorais de diversos artistas dos mais variados tipos, principalmente nos casos de fansubs que traduzem mangás/filmes/séries e as vendem, o que é muito errado e até ilegal. Mas vamos pensar: estamos no Brasil e, querendo ou não, temos de admitir que o governo só perde tempo com algo que possa lhe dar um lucro ou prejuízo significativo, logo, para algumas coisas, o governo fechará os olhos. Essa é a minha opinião. De qualquer maneira, sugiro que leiam a procuração/artigo completo, redigido pelo Senador, para ficarem mais por dentro do assunto. Estreando o Questão B!, meninë. Não percam hoje, às 23h, a discussão sobre o post acima, e deixe sua opinião sobre. Até mais!
Publicação original de 03/07/2008. 1 imagem desta publicação não sobreviveu à migração de 2013.
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