Em primeiro lugar, eu quero mostrar a vocês uma matéria que eu publiquei em nome da rádio na revista Mundo OK #6 sobre os dez anos da morte de hide. O hide foi nosso artista homenageado do mês de maio (embora todo o enfoque aos shows do Miyavi no Brasil tenha ofuscado as homenagens) e sua contribuição para a música e a ideologia rock no Japão precisava ser registrada nessa publicação da Yamato e da ZN Editora, que caminha agora para a sua oitava edição. A revista tem circulação restrita à cidade de São Paulo, mas todo o conteúdo das edições anteriores está disponível para leitura online no revistaok.com.br. A íntegra do artigo sobre os dez anos da morte de hide você confere aqui.
A próxima matéria certamente será sobre o TOSHI with T-EARTH, projeto bem intencionado e recém-formado de TOSHI, vocalista do X JAPAN, com Touya, do Charlotte, e Jun, do extinto Phantasmagoria. Aliás, uma banda que vai ganhar muito destaque no Jornal se, ao contrário do S.K.I.N., vingar mesmo e resolver trabalhar. Mas acho que com eles a coisa acontece, mesmo. Já anunciaram turnê, já disponibilizaram um trecho de música no MySpace oficial e já marcaram a data de lançamento do primeiro álbum. E, segundo o que anunciou a Yamato, podem visitar o Brasil ainda este ano. Imagina? E o Jornal essa semana, como é que fica? Julho, para um período de férias, tem sido um mês de poucos lançamentos - pelo menos no que se refere à bandas que eu costumo abordar no Jornal. De mais interessante, temos o novo videoclipe (e então o novo hit) do alice nine., o novo single do m.o.v.e, do Vidoll e o lançamento oficial do single LOVE ADDICT, do recente VAMPS. Isso tudo (e os comentariozinhos "contrajornalísticos" de sempre) fará parte das próximas cinco edições do Jornal, sempre a uma da tarde. O tema da semana gira em torno de algo que tem martelado muito na minha cabeça desde o show do Móveis Coloniais de Acaju, uma banda lá de Brasília de ska/rock fantástica que eu tive a honra de prestigiar no aniversário de meio ano de uma casa de shows aqui de Uberlândia. Desde então, eu tenho procurado conhecer o trabalho de mais bandas independentes no Brasil e no mundo e assistido à trajetória de sucesso que têm trilhado grupos como Gogol Bordello, dos States (que inclusive se apresenta no Tim Festival desse ano), e O Teatro Mágico, daqui mesmo. Encantado com a filosofia indie dessas bandas e preocupado com a pseudodemocracia cultural que assola a nossa população, o tema dessa semana no Jornal é a valorização da arte no Brasil. Como você, ouvinte, eles, os artistas, e as grandes corporações que determinam o acesso a cultura hoje encaram essa questão? Pensem e preparem-se para o debate! A gente se vê hoje, daqui a... uma hora. :) Um abraço!Publicação original de 07/07/2008. 2 imagens desta publicação não sobreviveram à migração de 2013.