Review - Exist Archive: The Other Side of the Sky

Confere aí!

24/10/2016 Última edição em 24/10/2016 às 00:00:00

Publicado pela Aksys Games no Ocidente, chega hoje à PlayStation Store o aguardado RPG Exist Archive: The Other Side of The Sky para PlayStation 4 e PS Vita.

A história do jogo se inicia com uma sequência de animação em Tokyo, onde de cara somos introduzidos ao personagem principal, Kanata Kujo. Após uma explosão, o personagem se encontra em um local totalmente desconhecido ao lado de uma personagem de cabelos prateados chamada Tsukishiro Mayura e também descobre que, naquele momento, uma alma de um deus do mal, chamado de Yamatoga, reside em sua mão.

Kanata também descobre que o responsável pela explosão que o vitimou foi, na realidade, o mesmo Yamatoga, que também fez mais vitimas da mesma forma.

No início do jogo, o player é introduzido às novas mecânicas do jogo, resumindo-se basicamente em pular e atacar. O jogo decorre apenas em side scroll, limitando-se à mudança para o 3D assim que o jogador entra em batalhas contra os inimigos encontrados pelo cenário durante sua aventura.

O formato de encontro com os monstros é o já conhecido "tem vantagem quem tocar no inimigo primeiro". Se o encontro for bem sucedido, o jogador será o primeiro a atacar, caso contrário, o inimigo terá a vantagem de atacar com toda a sua horda assim que começar a batalha.

Um ponto positivo fica para as batalhas, que, apesar de serem um tanto quanto repititivas, promovem um grau de desafio maior conforme o tempo passa e os inimigos ficam mais poderosos e em maior número ao mesmo tempo.

Durante a batalha, o jogador terá a opção de escolher atacar, utilizar itens, skills ou então passar a vez para o inimigo, dado que ele esteja com pouca HP e queira recuperar uma pequena parte ao escolher não utilizar seus pontos de ação, requiridos para fazer qualquer coisa durante seu turno. Um ponto positivo do jogo é a personalização dos ataques bem como das skills, dando a liberdade do jogador utilizar diferentes táticas para enfrentar inimigos mais poderosos, podendo assim montar uma combinação fatal em combos com diversos hits.

Ao atacar o inimigo, aqueles que jogaram Grand Kingdom, verão uma certa semelhança na forma de atacar, pois tudo é feito pelo botão correspondente a cada personagem, se limitando apenas a ter os pontos de ação suficientes para que cada um possa atacar, já que a barra é compartilhada entre os quatro personagens da party. Em seu turno, o jogador poderá mirar com o analógico esquerdo a direção de seu ataque, podendo assim acertar o maior número possível de monstros.

Quando o turno é do inimigo, o jogador pode tentar se defender da mesma forma como ataca, utilizando pontos de ação para armar a defesa e tentar mitigar o dano dado pelos monstros adversários.

As batalhas não se resumem apenas a tentar aniquilar os inimigos, pois cada batalha rende um valor de experiência e, além disso, dá também a possibilidade de o jogador ganhar itens de recompensa, que são calculados por uma barra no topo da tela, onde é medida em porcentagem a chance de ganhar uma arma ou mesmo itens com raridade e stats mais altos.

Essa barra será preenchida conforme o jogador encaixa ataques em sequência nos inimigos, mesmo após sua morte, o que renderá cristais azuis para aumentar essa chance. Levar um ataque dos inimigos sem poder defender fará com que esses números sejam reduzidos, assim fazendo com que o player receba pouco ou até mesmo nada de recompensa no final das lutas.

Um ponto positivo do jogo fica justamente para as batalhas, que apesar de serem bem repetitivas, promovem um grau satisfatório de desafio. Durante sua jornada, novos personagens aparecerão no cenário necessitando de sua ajuda e se juntarão a sua party assim que a quest for completada com sucesso.

Um ponto negativo ficou para a história, que além de ser completamente genérica, também não consegue prender o jogador por muito tempo, atendo-se basicamente a introduzir o personagem em sua nova aventura. A única coisa que pode ser aproveitada durante a história são as cutscenes, que de alguma forma são divertidas e valem a pena perder um tempo lendo com mais atenção.

Outro ponto negativo fica para o cenário, que também se torna em pouco tempo um incômodo por se repetir praticamente durante toda a aventura do jogador.

Um novo modo de jogo chamado "Speedrun" é adicionado logo no início da jogatina, onde o jogador pode enfrentar bosses para conseguir itens melhores e também promover aquela competição para ver quer termina as runs com o menor tempo.

O jogo realmente vale a pena pra quem está cansado dos RPGs de grind e quer algo diferente para passar o tempo, com uma duração de gameplay satisfatória, além de personagens bem carismáticos, apesar de ser mais do mesmo.

Nota: 8,5

Para mais reviews e novidades, curta o Akiba’Spot.

Exist Archive 




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