Especial - The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Confere aí!

03/03/2015 Última edição em 03/03/2015 às 00:00:00

Hey! Listen!

Para o especial de hoje foi escolhido um clássico da Big N. É um game que marcou a infância de muita gente e que contribuiu para o grande sucesso da série Zelda: The Legend of Zelda: Ocarina of Time.     

The Legend of Zelda: Ocarina of Time é o quinto jogo da série, um dos games mais aplaudidos de todos os tempos, lançado para o Nintendo 64 em 1998. Concebido pelo designer de jogos Shigeru Miyamoto, Ocarina of Time leva você ao reino de Hyrule, criado pelas deusas Nayru, Din e Farore que, ao retornarem aos céus, deixaram na terra de Hyrule uma relíquia sagrada e muito poderosa - a Triforce -, devendo ser protegida de pessoas que desejassem usá-la para o mal e contendo a essência de cada uma das deusas: o poder de Din, a sabedoria de Nayru e a coragem de Farore.


Triforce

O game gira em torno da lenda da Triforce, guardada pela Royal Family de Hyrule, onde Link, uma criança que vive em Kokiri Forest, é o nosso protagonista e deve impedir que o mundo seja dominado pela escuridão causada por um terrível vilão, Ganondorf. A aventura começa quando você desperta de um sonho e recebe a visita da fada Navi, lhe dizendo que a Great Deku Tree, protetora da floresta, o convocou, o que significa uma grande honra. 

Logo no início, o jogador tem uma prévia de como será o restante do jogo, com quests à procura de itens, equipamentos e jóias para conseguir progredir. Ocarina of Time mantém a essência de outros títulos da série, trazendo elementos de RPG e com foco na exploração do cenário. Um detalhe interessante é a trilha sonora, que desta vez desempenha um papel muito importante no enredo, fazendo com que você precise tocar notas de melodias com a ocarina para realizar algumas ações, como abrir passagens bloqueadas, chamar seu cavalo, mexer com o tempo, entre outras coisas. 

Muitas dungeons o aguardam em Zelda, onde encontramos chefões, baús com itens para adicionar ao inventário, criaturas diversas do universo de Hyrule e até alguns quebra-cabeças. Cada local por onde você passa é marcante e possui um tema musical. É uma trilha sonora fantástica, composta por Koji Kondo e Yoshiko Kawamoto, que torna a experiência de jogar muito mais rica e interativa. Até hoje, é tida como uma das OSTs de videogame mais bonitas, sendo adorada por muitos nintendistas.


z-targeting

Na luta contra os inimigos, você pode ativar o z-targeting, um sistema de câmera única que foca no oponente e em outros alvos que estejam por perto, facilitando o combate a dois e o alcance de certos objetos. Para isso, você conta com um vasto inventário, com direito a espadas, escudos, bombas, bumerangue, estilingue, arco e flecha, martelo, instrumentos mágicos e muito mais. O z-targeting também permite alternar entre a escolha de itens enquanto você luta, aumentando as possibilidades de combate, além de fornecer informações sobre os inimigos e como enfrentá-los. 

É possível cavalgar, nadar e escalar paredes por meio de galhos. O pulo funciona de forma automática. A espada de Link pode ser turbinada com uma energia especial, aumentando o seu poder de ataque. Com o tempo, o jogador também consegue obter flechas de fogo, gelo e luz. A grande variedade de itens e equipamentos é um dos pontos fortes do game e contribui para que o jogador se sinta em uma verdadeira campanha de RPG.  

Uma outra parte da jogabilidade é a opção de coletar que você dispõe, podendo guardar insetos, peixes e até fantasmas dentro de potes para vender em troca de alguns rupees.

Ocarina of Time possui uma quantidade de horas satisfatória para te manter ocupado por um bom tempo. Conforme você vai avançando, os mapas vão expandindo, fazendo o jogo parecer cada vez maior. Shigeru Miyamoto recorreu às lembranças de sua própria infância para criar os cenários em Zelda. Ele costumava brincar em lugares perto de lagos, montanhas e cavernas, cujas memórias foram utilizadas na construção do game. 


Kakariko Village

Como falar dos gráficos de um jogo clássico? O que posso dizer é que Zelda possuía uma qualidade incrível para a época em que foi lançado. Com todas as delimitações técnicas daquele tempo, o jogo se tornou uma verdadeira obra de arte. É um universo cativante que consegue prender a atenção do jogador do início ao fim. Não seria exagero dizer que após zerarem o game, jogadores ligavam o N64 apenas para ficar cavalgando em Hyrule, visitando os lugares e completando quests inacabadas. É um daqueles games que faz com que você queira jogar mais de uma vez. 


Zelda no 3DS

Um remake foi lançado em 2011 para o Nintendo 3DS, chamado The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D, o que deu oportunidade para as novas gerações que não pegaram a época do N64 conhecerem o game. Algumas mudanças haviam sido anunciadas para a versão no portátil, como a redução na dificuldade do Water Temple, considerado um dos templos mais difíceis, em parte devido ao esquema de chaves utilizado para abrir portas trancadas.  Algumas chaves não eram fáceis de encontrar, chegando a causar a sensação de que estava faltando uma delas para abrir uma das portas, fazendo o jogador pensar que fez alguma ação errada. Além disso, o design da fase às vezes confundia: era comum você entrar em um lugar quando na verdade pensava estar indo a outro. Também tínhamos a questão das iron boots, necessárias para andar embaixo da água. Toda vez que queríamos usá-las era preciso pausar o jogo, acessar o menu e selecionar as botas, e, como a troca de equipamentos era frequente, a situação às vezes ficava um pouco desconfortável. 

Confira você mesmo(a) se o que digo faz sentido ou não. Caso não possua um Nintendo 64, baixe o emulador e experimente o jogo, posso apostar muitos rupees que você vai gostar. Até o nosso próximo especial!




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