Crítica Blast: “Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar”

Confira a crítica da Blast sobre um dos maiores filmes do Studio Ghibli - "Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar”

05/05/2018 Última edição em 05/05/2018 às 13:20:14

Yoo, pessoas! Tudo bem com vocês? Hoje trago não apenas uma crítica, mas também uma sugestão para aquele momento tranquilo em sua vida, como um sábado à tarde. Podem me agradecer depois.

Ficha Técnica

Título original: Gake no ue no Ponyo

Título no Brasil: Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar

Direção: Hayao Miyazaki

Roteiro: Hayao Miyazaki

Produtora: Estúdio Ghibli

Ano de lançamento: 2008

Tempo: 101 minutos

Enredo e nossa opinião

O filme conta a história de uma peixinha que, tentando conhecer o mundo, escapa dos olhos de seu pai e viaja pelo oceano, até se prender em um pote jogado no mar pelos humanos e quase perece, devido à falta de ar. Até que Susuke, um menino de cinco anos que, um dia, indo brincar no mar, encontra-a e a salva. Porém, ao quebrar o pote, corta seu dedo e recebe ajuda da peixinha-dourada, que lambe o ferimento e o cura. Assim, Susuke decide chamá-la de Ponyo e promete cuidar dela.

Acreditando que Ponyo fora sequestrada pelos humanos, seu pai vai a superfície para resgatá-la. Porém, neste momento, Ponyo e Susuke já sentiam amor um pelo outro, amor que apenas crianças conseguem sentir.

Assim, com um enredo despretensioso, carregado de magia e aventura, a partir do olhar de duas crianças, vemos como é simples salvar o mundo, velejar, alimentar um bebê, ou mesmo como um chá pode se tornar rapidamente a melhor coisa do seu dia. E após assistir este filme, começo a achar que as crianças têm razão!

Em relação a trilha sonora, acredito que, por ser uma obra infantil, não foi dada tamanha importância, cujo foco se deu no enredo e no desenho, que, mesmo feito de modo simples, conseguiu captar expressividade e simplicidade por parte dos personagens.

Posso apenas dizer que Hayao Miyazaki (O Castelo Animado e A Viagem de Chihiro) acertou novamente, trazendo uma obra original (com um toque de “A Pequena Sereia”), simples, para que seja assistida em qualquer contexto (feliz, sozinho, com a família).

Mais uma vez o Studio Ghibli nos presenteou com um deleite. E pensar que, se Hayao Miyazaki decidisse se aposentar mesmo em “As Viagens de Chihiro”, não teríamos sido presenteados com este filme. Só posso dizer: que sorte a nossa!

Espero que tenham gostado desta crítica. Até a próxima, pessoas!




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